Fenece a tarde e a noite imensa e linda,
Derrama as trevas pelo firmamento;
E nasce a lua pelo céu nevoento,
Trazendo as sombras da ilusão infinda.
Todo o luar se mistura ao triste vento,
Uma luz densa é, das estrelas, vinda.
E no infinito dessa noite ainda,
Perpassa o tempo, sonolento, lento...
... Mas tudo passa! Nada resta à vida;
O tempo é sempre vaga despedida;
A vida é sempre alguma noite vã.
A natureza passa compassiva...
A morte é sempre como a noite viva;
A vida é sempre como um amanhã.
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terça-feira, abril 28, 2015
sexta-feira, fevereiro 27, 2015
Chuvas carnavalescas
A chuva faz lembrar as serpentinas
Daquele inesquecível carnaval.
Tantos confetes, tantas purpurinas
Que desabavam feito um temporal.
Batia em nosso peito a adrenalina
E tudo era tão quente e tão sensual.
Tu eras minha deusa, a dançarina,
Eu era o teu palhaço especial.
A chuva vem trazer a fantasia
De uma lembrança, de uma alegoria
Que se perdeu em plena multidão.
Passou-se o carnaval, foram-se as chuvas,
Ficaram cinzas de lembranças turvas
E lágrimas saudosas pelo chão...
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quarta-feira, setembro 14, 2011
Capitulando
“Oh! Flor do céu! Oh! Flor cândida e pura!”
Tu és aqui na terra anjo bendito,
A mais singela e linda criatura
De toda a vastidão desse infinito!
“Oh! Flor do céu! Oh! Flor cândida e pura!”
Deixaste aqui um jardineiro aflito,
Sozinho a reclamar da desventura
Que sofre um coração já tão maldito!
Cada retalho de lembrança tida,
Costuro a minha frígida mortalha,
Ornada pelas linhas dessa vida.
O trapo da saudade me agasalha.
Eu grito do sepulcro, em despedida:
“Perde-se a vida, ganha-se a batalha!
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terça-feira, maio 24, 2011
Noturno I
E vem a noite, harmoniosa e densa.
A lua gorda pelo céu cintila.
Vaga um silêncio nessa noite imensa;
Vago poema na minha alma brilha.
Olho absorto a lua que condensa
A noite bela. Sobre mim desfila
Um rio de estrelas. Na penumbra intensa
Espelha a musa que respira e inspira...
A natureza divinal, perfeita,
Dorme no leito colossal do mundo.
Viúva, a noite, pelo céu se deita...
A lua passa sonolenta e calma.
E no meu peito canta um vagabundo,
E a noite passa a dormitar minh’alma...
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A lua gorda pelo céu cintila.
Vaga um silêncio nessa noite imensa;
Vago poema na minha alma brilha.
Olho absorto a lua que condensa
A noite bela. Sobre mim desfila
Um rio de estrelas. Na penumbra intensa
Espelha a musa que respira e inspira...
A natureza divinal, perfeita,
Dorme no leito colossal do mundo.
Viúva, a noite, pelo céu se deita...
A lua passa sonolenta e calma.
E no meu peito canta um vagabundo,
E a noite passa a dormitar minh’alma...
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sexta-feira, dezembro 17, 2010
A ti
Linda! Cuja feição encantadora
No mundo inteiro não há nada igual.
Tu és da natureza a detentora
Da forma mais perfeita e escultural.
Tua formosura é entontecedora;
Essa meiguice é tão descomunal,
Tua singeleza é descontroladora,
És tão divina, tão proporcional.
És ninfa, deusa, angelical, és santa.
Tanta meiguice e formosura tanta,
Dizer não podem esses versos meus.
Obra prima vital da natureza
És fonte inesgotável de beleza,
Inspiradora criação de Deus.
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No mundo inteiro não há nada igual.
Tu és da natureza a detentora
Da forma mais perfeita e escultural.
Tua formosura é entontecedora;
Essa meiguice é tão descomunal,
Tua singeleza é descontroladora,
És tão divina, tão proporcional.
És ninfa, deusa, angelical, és santa.
Tanta meiguice e formosura tanta,
Dizer não podem esses versos meus.
Obra prima vital da natureza
És fonte inesgotável de beleza,
Inspiradora criação de Deus.
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sexta-feira, dezembro 10, 2010
Ausência
Ficar longe de ti me descontenta;
Ficar longe de ti me desespera;
Meu corpo sem teu corpo não agüenta;
E a boca sem teus beijos destempera...
Sem ti meu coração não se alimenta,
Sem ti meu coração se dilacera;
O frio da tua ausência me atormenta;
Na solidão a dor se prolifera.
Sem teu amor o tempo apenas passa.
Meu céu não tem mais sol sem teu sorriso
Sem ti a minha vida não tem graça.
Meu mundo sem teu mundo é solidão,
A vida é só tristeza sem teu riso,
Sem teu amor, vazio meu coração.
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Ficar longe de ti me desespera;
Meu corpo sem teu corpo não agüenta;
E a boca sem teus beijos destempera...
Sem ti meu coração não se alimenta,
Sem ti meu coração se dilacera;
O frio da tua ausência me atormenta;
Na solidão a dor se prolifera.
Sem teu amor o tempo apenas passa.
Meu céu não tem mais sol sem teu sorriso
Sem ti a minha vida não tem graça.
Meu mundo sem teu mundo é solidão,
A vida é só tristeza sem teu riso,
Sem teu amor, vazio meu coração.
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sexta-feira, outubro 08, 2010
Concubina
És tu a minha amante, a minha amada;
Aquela que me entende e que me aceita.
Se entrega totalmente quando deita;
Não cobra a minha ausência quando acorda.
És tu a minha amiga, a namorada
Que nunca me condena ou me rejeita;
Silenciosamente se sujeita
De ser “de vez em quando” procurada.
No teu comportamento submisso
Compreendes minha vida, o compromisso,
O meu elo social, familiar.
Não tens meu coração, tu sabes disso;
No entanto, sob a luz do teu feitiço,
Meu corpo inteiro tens só pra te amar.
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Aquela que me entende e que me aceita.
Se entrega totalmente quando deita;
Não cobra a minha ausência quando acorda.
És tu a minha amiga, a namorada
Que nunca me condena ou me rejeita;
Silenciosamente se sujeita
De ser “de vez em quando” procurada.
No teu comportamento submisso
Compreendes minha vida, o compromisso,
O meu elo social, familiar.
Não tens meu coração, tu sabes disso;
No entanto, sob a luz do teu feitiço,
Meu corpo inteiro tens só pra te amar.
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sexta-feira, outubro 01, 2010
Amor sentido
É amor, com certeza é amor o que sinto;
E tu sempre negavas o meu sentimento.
Eu te juro é amor declarado, eu não minto;
Pois jamais te enganei, nem sequer um momento.
A tua grande incerteza era o meu labirinto,
Por onde eu me perdia em total desalento.
Eu gritava: _”É amor, é amor o que eu sinto!
E tu não entendias o meu sofrimento.
Tanto amor eu mostrava em meu gesto sincero;
Tanto amor traduzia em paixão e carinho.
A paixão que ainda tenho e o amor que ainda espero...
Assim vamos nós dois, nessa dor desigual:
Eu chorando mostrando um amor tão divino,
Tu sorrindo mostrando um desprezo fatal!
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E tu sempre negavas o meu sentimento.
Eu te juro é amor declarado, eu não minto;
Pois jamais te enganei, nem sequer um momento.
A tua grande incerteza era o meu labirinto,
Por onde eu me perdia em total desalento.
Eu gritava: _”É amor, é amor o que eu sinto!
E tu não entendias o meu sofrimento.
Tanto amor eu mostrava em meu gesto sincero;
Tanto amor traduzia em paixão e carinho.
A paixão que ainda tenho e o amor que ainda espero...
Assim vamos nós dois, nessa dor desigual:
Eu chorando mostrando um amor tão divino,
Tu sorrindo mostrando um desprezo fatal!
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sexta-feira, setembro 24, 2010
Flor
Eu sou um jardineiro entristecido,
Pois minha linda flor não me quer mais.
O meu jardim perdeu seu colorido,
Perdeu todo o seu brilho, a sua paz...
Meu pobre coração está partido;
É triste o meu jardim, triste demais.
Eu sinto o peito assim tão dolorido
Na dor que não pensei sentir jamais.
Tentei lhe dar o sol: felicidade;
Reguei com meu amor, minha paixão;
Cuidei pra não podar-lhe a liberdade.
Mas hoje o meu jardim é só ilusão.
A minha linda flor hoje é saudade,
No vaso mais cruel que é o coração.
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Pois minha linda flor não me quer mais.
O meu jardim perdeu seu colorido,
Perdeu todo o seu brilho, a sua paz...
Meu pobre coração está partido;
É triste o meu jardim, triste demais.
Eu sinto o peito assim tão dolorido
Na dor que não pensei sentir jamais.
Tentei lhe dar o sol: felicidade;
Reguei com meu amor, minha paixão;
Cuidei pra não podar-lhe a liberdade.
Mas hoje o meu jardim é só ilusão.
A minha linda flor hoje é saudade,
No vaso mais cruel que é o coração.
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sábado, setembro 18, 2010
Interrogações
Ninguém me soube dizer,
Explicar-me com louvor,
Se a distância aumenta o amor
Ou o faz enfraquecer?
E se o tempo sana a dor
Ou se a faz efervescer?
Se a saudade arrefecer
Vale menos esse amor?
Me explique, então na verdade,
Pode durar a saudade
Caso a distância aumentar?
Eu sei é chama quem ama.
Mas, diga se alguma chama
Eterna pode durar?...
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Explicar-me com louvor,
Se a distância aumenta o amor
Ou o faz enfraquecer?
E se o tempo sana a dor
Ou se a faz efervescer?
Se a saudade arrefecer
Vale menos esse amor?
Me explique, então na verdade,
Pode durar a saudade
Caso a distância aumentar?
Eu sei é chama quem ama.
Mas, diga se alguma chama
Eterna pode durar?...
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sexta-feira, setembro 10, 2010
Lua lânguida
Deixa essa lua, que no céu prateia,
Banhar-te inteira do mais fino lume;
Que acenda a chama da viril candeia
E traga ao corpo um infinito ardume.
Deixa essa lua, reluzente e cheia,
Evaporar o teu sutil perfume
E que teu anjo, que no céu passeia,
Venha acordar-te feito um vaga-lume.
Deixa essa lua, assim tão fluorescente,
Iluminar o mar que manso espalma
Na areia da tua vida transparente.
Deixa essa lua, que flutua calma,
Trazer a inspiração pro teu amante,
Levar a solidão dessa tua alma...
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Banhar-te inteira do mais fino lume;
Que acenda a chama da viril candeia
E traga ao corpo um infinito ardume.
Deixa essa lua, reluzente e cheia,
Evaporar o teu sutil perfume
E que teu anjo, que no céu passeia,
Venha acordar-te feito um vaga-lume.
Deixa essa lua, assim tão fluorescente,
Iluminar o mar que manso espalma
Na areia da tua vida transparente.
Deixa essa lua, que flutua calma,
Trazer a inspiração pro teu amante,
Levar a solidão dessa tua alma...
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sexta-feira, setembro 03, 2010
Presença
Não me amas? Que importa! Ama-me fingindo.
Dá-me teu coração assim mesmo. Que importa!
Bem mais vale te ver assim gélida, morta,
Do que ver-te partindo!
Não me queres? Que importa! Queira-me mentindo!
Tua alma em minh’alma deleita, conforta...
Bem mais vale ver sempre fechada essa porta,
Do que ver-te partindo!
Ama-me, queira-me mesmo com fingimento;
Mesmo isenta de amor ou qualquer sentimento
E o peito não me abrindo.
Por mais falsa que sejas, se mentes, não importa!
Eu prefiro lhe ter assim frígida, morta,
Do que ver-te partindo...!
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Dá-me teu coração assim mesmo. Que importa!
Bem mais vale te ver assim gélida, morta,
Do que ver-te partindo!
Não me queres? Que importa! Queira-me mentindo!
Tua alma em minh’alma deleita, conforta...
Bem mais vale ver sempre fechada essa porta,
Do que ver-te partindo!
Ama-me, queira-me mesmo com fingimento;
Mesmo isenta de amor ou qualquer sentimento
E o peito não me abrindo.
Por mais falsa que sejas, se mentes, não importa!
Eu prefiro lhe ter assim frígida, morta,
Do que ver-te partindo...!
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sexta-feira, agosto 27, 2010
Casa mente
Nossa união foi um ato desunido,
Firmado com promessas de papel;
Testemunhado, nunca consentido;
E mascarado por um branco véu.
Confusos sentimentos, desprovidos
De verdades. O mais falso e infiel
Dos juramentos. Um coração fingido,
Querendo entrar num coração incréu.
Um teatro de dramas religiosos.
Comédia de um só ato descabido,
Representado por dois mentirosos...
... E desfilamos na desfaçatez:
Eu, tão soberbo, de ilusão vestido
E tu vestidas pela insensatez.
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sexta-feira, agosto 20, 2010
Rosa
A rosa que tu me deste
Humildemente murchou;
E eram rubras suas vestes,
Tão seca a rosa ficou.
E à rosa que tu me deste
Meu coração perguntou:
"_ Ó rosa porque te despes?"
E a rosa se desfolhou!
Quebrou-lhe a haste o destino
E o vento, num desatino,
As folhas secas levou.
Oh! Meu amor! Nossa vida
Foi como a rosa pendida,
Humildemente murchou.
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sexta-feira, agosto 13, 2010
Migalhas
Meu pobre coração esmigalhaste
E jogaste as migalhas pela estrada.
A vida que te dei abandonaste
E no meu peito não deixaste nada.
A minha alma tu despedaçaste,
Também pelo caminho foi jogada.
Só a saudade e a solidão deixaste
Nesta que foi nossa feliz morada.
OH! Meu amor! Quando tu foste embora,
Tão insensível, nessa mesma hora,
Deixaste-me jogado pelo chão...
... Quando quiseres me encontrar, querida,
Segue os rastos mortais da minha vida,
Segue as migalhas do meu coração...
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sexta-feira, agosto 06, 2010
Meu amor calado
Dizes que não te digo que te quero.
Que não declaro todo o meu amor
E que meu coração não é sincero
Pois fica mudo, como muda flor.
Reclamas que o silêncio é tão austero,
Que só denota muito desamor;
E que, calando, com o silêncio quero
Mostrar o quanto não lhe dou valor.
Pois lhe respondo que na natureza
Tudo tem vida, nada tem queixume,
E tudo vibra com total grandeza...
A luz é a voz que emite o vaga-lume...
... Precisa a lua declarar beleza?
Precisa a flor falar que tem perfume...?
E tudo vibra com total grandeza...
A luz é a voz que emite o vaga-lume...
... Precisa a lua declarar beleza?
Precisa a flor falar que tem perfume...?
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sexta-feira, julho 30, 2010
Soneto ao amor
Não existe amor à primeira vista;
Não existe um amor tão espontâneo;
Existe uma atração de uma conquista,
Um interesse múltiplo, instantâneo.
O amor não é um ato consumista,
Um desejo carnal, subcutâneo,
Uma atitude sensacionalista,
E nem um sentimento momentâneo.
O amor não é somente convivência,
Não é o "fruto de uma relação";
Nem resultado de uma experiência.
Não existe ao amor definição,
Não há poesias, nem qualquer ciência
Que possa desvendar o coração.
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sábado, julho 24, 2010
Retorno
Teu vulto eu vi na poeira da estrada,
Confusa visão no pó entretida...
Nos olhos trazias tristezas, mais nada,
No peito trazias a mesma ferida.
Chegaste mostrando a face marcada,
Os pés calejados, a alma sofrida,
A mesma amargura nessa chegada,
A mesma frieza em tua partida.
Lágrimas soltas rolavam dos olhos,
Águas passadas no mesmo moinho,
Ondas batidas nos mesmos escolhos.
"_Chegaste!-Indaguei- pra viver meus passos?!"
Tu respondeste - apontando o caminho -
"_ Voltei pensando morrer nos teus braços."
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sexta-feira, julho 16, 2010
Amor Verdadeiro
(À minha esposa Mari)
Te amo sem ciúmes, sem cobrança,
Sem qualquer sentimento possessivo;
Nem mesmo qualquer medo ou insegurança;
Nenhum comportamento compulsivo.
Te amo respeitando essa aliança
Das nossas diferenças. Só cultivo,
Extrema relação de confiança
E um sentimento livre e construtivo.
Te amo sem "paixão" que tanto cega;
Sem o "querer" que muitas vezes nega
A importância de compartilhar...
Te amo sem limites nem ressalvas.
O amor é a emoção que nos dá asas
E faz o coração se libertar.
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sexta-feira, julho 09, 2010
Motiva ação
Para alcançarmos a prosperidade
E sermos vencedores exemplares,
Devemos navegar revoltos mares,
Vencendo com destreza as tempestades.
Que não sejamos tão elementares.
Exercitemos criatividade,
Desafiemos a inventividade,
Sofrendo "sustos" espetaculares!
Melhor é se arriscar, pois quem se atreve,
Quem sabe aproveitar a sua maré,
Não passa apenas como um vento breve...
... E nessa busca de otimismo e fé,
Realizar bem mais do que se deve,
Tornar-se muito mais do que se é!
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