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quarta-feira, dezembro 14, 2011

Os apoios

Embora tenha recebido repasse financeiro do Simdec, apenas esse recurso não é possível cobrir todas as despesas necessárias para a produção de JANTAR A DOIS. No orçamento apresentado no edital de incentivo à cultura foram colocadas as despesas essenciais para o bom andamento da produção. Os demais itens davam para conseguir de outra maneira como locações gratuitas para as filmagens. Nesse caso buscamos apoio das empresas sem custo e a nossa contrapartida é divulgar a sua marca neste blogue, nas peças publicitárias e nos créditos iniciais e finais do curta-metragem.
 
Sobre as locações de um filme, é importante conversar com o diretor e, principalmente, contar com a sua presença na visita dos locais para gravação. No nosso caso, o diretor L.S. Alves é o criador da história de JANTAR A DOIS. A locação deve atender ao que foi imaginado no roteiro.  Um detalhe muito importante... Uma vez aprovado pelo Simdec, o roteiro e os itens do orçamento não devem ser alterados.  Caso um item foi esquecido no orçamento, a alternativa é usar o dinheiro do próprio bolso ou buscar apoio.
 
No processo de negociação com uma empresa para ser apoiadora do curta-metragem, deve-se mostrar o roteiro e de preferência um storyboard. Ela deve saber que história vai ser filmada. Antes de negociar com a empresa, é preciso conhecê-la. Saber como é o seu espaço, analisar que tipo de valor a participação no seu filme agregará à marca e imaginar se dá para filmar lá. Foi assim que JANTAR A DOIS conseguiu obter o apoio de Transmédico Transportes e Eventos, Bistrô Varanda, Ibis Hotel Joinville e Bistrô Ateliê Oficina Barroca. Empresas que acreditaram no projeto e viram também uma oportunidade de reforçar suas marcas na sociedade. Não só como prestadores de serviços, mas também como incentivadores da cultura e produção local.

domingo, novembro 27, 2011

As últimas gravações

Como comentamos neste post, decidimos regravar as cenas do restaurante em outro lugar. O local escolhido foi no Bistrô Ateliê Oficina Barroca. Além de o lugar ser encantador, o nosso objetivo maior era encontrar um espaço que não oferecesse muitos ruídos, pois na gravação anterior perdemos toda uma tarde de trabalho devido ao vazamento de som. Carros, ônibus, buzinas, fogos, gritos, etc., tudo isso resultou na impossibilidade de aproveitamento das filmagens daquela tarde. Em termos de som, achamos exatamente o que queríamos nesse bistrô, mas precisamos fazer algumas adaptações no local como o uso de luzes frias para garantir a fotografia desejada. Também tivemos que retirar quadros, troca-los de lugar, mudar o tipo de cadeira e a toalha de mesa, além de vedar algumas janelas com lona para balancear a luz.

A boa notícia é que tudo deu certo! Imagens e sons ficaram bons. Ufa! Tivemos mais dois dias de gravação em cenas externas e, finalmente, concluímos as filmagens. No momento, as imagens e os sons estão nas mãos de Jefferson Moreira que está fazendo a edição do filme.

Gravando!

segunda-feira, novembro 21, 2011

O segundo dia de gravações

No dia 16 de outubro, um domingo, gravamos as cenas externas nas ruas centrais de Joinville e as internas no Ibis Hotel Joinville. O dia foi chuvoso, o que combinou mais com a história do filme. E a chuva não atrapalhou a atividade de filmagens. Claro que deu um pouco mais de trabalho gravar e proteger a câmera ao mesmo tempo, mas nada que impossibilitasse a gravação. Joinville é a cidade da chuva, não há como negar isso. O domingo chuvoso contribuiu de forma fundamental para a beleza das cenas gravadas. O céu nublado ofereceu a iluminação perfeita para a proposta estética do filme, sem que fossem necessários recursos adicionais, tais como refletores, gelatinas ou lâmpadas especiais.

Seguindo um rígido planejamento que foi definido pela Assistente de Direção em reunião da equipe técnica, os horários foram cumpridos que, além das cenas obrigatórias, houve oportunidade de captar várias externas de paisagens joinvilenses que farão parte da abertura do filme.

A pausa do almoço foi estrategicamente definida no Ibis Hotel Joinville de modo que, enquanto comíamos, já planejávamos os possíveis enquadramentos a serem usados naquela locação. Em termos de tempo, isso foi muito produtivo mesmo.

Ao final das gravações, um café da tarde na casa de meus pais. São esses momentos que nos fazem ficar relaxados, trocar ideias e ter um divertido papo. A boa notícia é que as filmagens ficaram excelentes e não precisam ser refeitas. Viva!

Confiram as fotos de parte de nossa equipe!

Rafael Vilela (diretor de fotografia) e Ana Alho (assistente de direção) em ação na Rua XV de Novembro, em Joinville.

Márcio Cabral (ator) é o primeiro a ter o almoço servido, sendo observado pelos famintos Lorenzo Lombardi (figurante/apoio) e Danielle Coelho (atriz).

Pausa para o almoço no Ibis Hotel Joinville. Lado esquerdo: Ana Alho (assistente de direção) e Rafael Vilela (diretor de fotografia). Lado direito: L.S. Alves (diretor e roteirista) e Rodrigo Ramos (técnico de som).

sexta-feira, novembro 18, 2011

O primeiro dia de gravações

Optamos por fazer as gravações nos feriados e nos fins de semana para facilitar a agenda da equipe de JANTAR A DOIS, pois a maioria possui outro emprego, trabalhos, estudos, compromissos, etc. A primeira gravação aconteceu dentro de uma ambulância cedida pela Transmédico Transportes e Eventos na manhã do dia 12 de outubro na beira-mar de São José. Já no primeiro dia aprendemos de como é importante não se esquecer de nenhum item para levar até o local da gravação. Melhor dizendo, planejar e verificar no dia anterior o que vai precisar no dia da filmagem. O L.S. Alves disse isso neste post. Apesar das falhas e apuros, conseguimos finalizar o trabalho com sucesso.
À tarde, fomos gravar as cenas internas no Bistrô Varanda, no bairro Córrego Grande em Florianópolis, onde acontece boa parte dos diálogos dos dois personagens de JANTAR A DOIS. Antes de trabalhar, fizemos uma pausa para o almoço no próprio local.  A maioria dos itens continha bacalhau, o que agradou o paladar de todos.  O lugar era uma locação esteticamente perfeita. Infelizmente, a perfeição foi derrubada por todos os tipos de barulhos advindos da rua. Não esperávamos uma situação como essa em pleno feriado.  As imagens ficaram boas, mas o som não. O editor do curta-metragem conseguiu eliminar as interferências dos sons, mas não ficaria um filme com ótima qualidade. Decidimos, então, regravar as cenas em outra data e, provavelmente, em outro local. Aqui vale ressaltar a importância de uma visita por parte do fotógrafo e do técnico de som para avaliar a possibilidade de gravação no local. Se o técnico de som tivesse avaliado antes a locação, possivelmente teria vetado o local ou solicitaria materiais que pudessem diminuir a interferência dos ruídos indesejáveis.

Desse dia fica a lição de visitar a locação previamente, acompanhado do fotógrafo e do responsável pelo som. Só depois que eles garantirem a qualidade do local, parte-se para as gravações. Qualquer coisa antes disso é uma temeridade e uma grande chance de perder dinheiro.