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sexta-feira, abril 15, 2016
Sonhos Nº 19. Pesadelo na faculdade.
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sexta-feira, julho 31, 2015
Sonhos Nº 18. Fotógrafo morto.
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segunda-feira, março 02, 2015
Sonhos Nº 17. Cinema no almoço
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| Bacalhau com batata |
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segunda-feira, maio 07, 2012
Sonhos Nº 16. Homicídio à francesa
quinta-feira, junho 30, 2011
Sonhos Nº 15. Perdido em Fortaleza
Fui para outros lugares, outras ruas.
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quarta-feira, junho 15, 2011
Sonhos Nº 14. Descendo numa escada de plástico
OBS.: Diante de um morro ou escada, prefiro subir a descer. Dias atrás tive pela primeira vez dor nos joelhos. A dor aconteceu quando desci os morros de Floripa. Subir não dava dor. No dia da consulta ao ortopedista em Joinville, eu me sentia curada. Mesmo assim fui ao médico. Ele me examinou e disse que possuo bom alongamento e não era para acontecer a dor que tive. Exemplificou na prática a maneira provável da causa da dor. Não precisei fazer nenhum exame. Graças a Deus!
Lu Vieira
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terça-feira, junho 14, 2011
Sonhos Nº 13. Sonhando com Benjamin e Lukács
Ai acordei e notei que tinha um caminhão betoneira parado na frente de casa às 05:00 da manhã.
Dessa história só consigo extrair um significado, tenho que entregar logo os trabalhos sobre esses dois. Pelo menos se quero voltar a dormir em paz.
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quarta-feira, março 30, 2011
Sonho nº 12 - Dançando no céu
Lu Vieira
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segunda-feira, março 29, 2010
Sonhos nº 11. Portas fechadas
Estava dentro de uma casa imensa. Parecia ser um castelo e ficar numa floresta. Eu andava tranquila nos corredores da casa. Muitos corredores. Muitas portas. O lugar era escuro. Quando eu passava pelas portas, elas fechavam sozinhas sem barulho. Antes de fechar, percebia uma pequena claridade branca e intensa. Não havia ninguém na casa. Somente eu. As portas que fechavam não me incomodavam. Eu continuava andando. À medida que o tempo passava, meus passos aumentavam. E as portas cerravam mais rápidas e ruidosas. Elas faziam isso de acordo com a velocidade do meu andar. A tranquilidade que eu tinha deu lugar ao desejo. Queria ir para o outro lado da porta. Mesmo com esse desejo, elas continuavam fechando. O desespero tomou conta de mim. E eu corria e corria. De repente, parei diante de uma enorme porta aberta de onde saía uma forte luz branca. Fui em direção a ela. O meu desejo para entrar era grande. Quando dei mais alguns passos, a porta fechou de forma estrondosa. Aí eu acordei.
Lu Vieira
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quarta-feira, março 10, 2010
Sonhos Nº 10. Montanha russa dentro d'água
Sonhei que estava no Rio de Janeiro. Era como se estivesse dentro de uma propaganda ou reportagem sobre a nova sensação do verão. Uma montanha russa dentro de um parque aquático.
"Nesse verão só o que te pega pelo pescoço é a Murissoca."
Este era o slogan do novo brinquedo. E o que a Murissoca tinha de diferente fora o nome? Ela era uma montanha russa dentro d'água.
No começo tive uma visão do alto e o parque aquático era igual a todos os outros. Depois eu estava sentado no primeiro carrinho da composição. A água da piscina chegava a altura do tórax, quase encobrindo os ombros. Os carrinhos partem. O looping é legal. Depois disso ela retorna ao nível normal e então é hora de submergir. Prendo a respiração e a Murissoca vai pro fundo d'água. É azul e confortável. Antes, bem antes de perder o fôlego adentramos um túnel. O teto em semi circulo é liso e reflete a água que é iluminada por lâmpadas submersas. Entre a água e o topo do túnel há uma distância de uns 60 centímetros. É possível respirar, mas tenho medo de que uma marola jogue água no meu nariz durante uma inspiração. O túnel é azul ou verde, cor de água e brilhante e límpido, mas ali em baixo não é tão confortavel assim.
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terça-feira, setembro 30, 2008
Sonhos. Nº 09
Além de escalar a montanha de areia eu ainda me preocupava em segurar um caderno em forma de fichário.
O garoto e eu conversávamos sobre coisas sem importância enquanto nos equilibrávamos na areia que sob nossos pés e mãos deslizava morro abaixo e assim tentava levar-nos para o fundo.
Chegou à hora de descer do monte. Apanhei um punhado de areia ergui a mão e disse:
- Vou alimentar o sol - creio que estava pensando quanta energia estava contida naqueles grãos de areia.
Lá embaixo encontrei uma criança. Ela era pequena e tinha cabelos pretos. Teria no máximo quatro anos de idade. Não dissemos nada. Ela era minha irmã. Sentei no chão, coloquei-a no colo e a abracei. Então senti o amor tomar conta de mim. Era algo que quase se podia tocar. Nesse momento chorei. Chorei aos soluços. Chorei de alegria e de amor. Posso dizer que chorei assim, pois isso já me aconteceu uma vez na vida.
E assim entre o amor e as lágrimas de felicidade eu acordei.
quarta-feira, julho 23, 2008
Sonhos Nº 08. Florianópolis submerge.

Um dia escuro. As nuvens tempestuosas escondem o sol. Água por todos os lados. O vento varre o mundo com gotas do tamanho de pedras. O frio soma-se a isso tudo tornando minha situação ainda pior.
Corro em direção ao mangue. Sei que se há uma chance de salvação é lá que irei encontrá-la. Escondida entre os galhos, folhas e raízes aéreas. Atrás de mim está a estrada, vazia e cinzenta. De fato tudo está cinzento. Mesmo a paisagem assume essa tonalidade depois de ser filtrada pela tempestade.
Sei o que está acontecendo. O processo já se iniciou. Não tenho idéia do porquê, entretanto tenho certeza de que a ilha está afundando e que não há nada que possa ser feito para impedir esse evento. Ela não irá desaparecer um pouquinho a cada ano. Isso acontecerá celeremente. Em poucas horas ela será completamente engolida pelo oceano desde a primeira praia até a última casa. Depois disso não haverá aqui sinal algum da sua existência.
Fujo em busca da minha sobrevivência. Corro por dentro do mangue. Corro até o momento que o solo firme fica pra trás. Meu ritmo diminui. Meus pés afundam na lama exigindo grande esforço para libertá-los e executar o passo seguinte. Estou pesado demais. Gordo demais. E esses quilos vão finalmente afundar-me de vez. Mesmo encharcado sinto o suor brotar em abundância. A respiração ofegante e o cansaço ancoram meu corpo no mesmo lugar.
Quando a idéia de naufragar com ilha e tudo assumia uma feição de verdade absoluta avisto uma canoa escondida entre as raízes à frente. Com um movimento misto de rastejar e nadar avanço pelo atoleiro até alcançar a minha salvação.
Depois disso despertei.
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terça-feira, julho 01, 2008
Sonhos. Nº 07
Hoje sonhei que viajava até a Amazônia para regatar/buscar uma menina. Meu pai estava ao meu lado. Estamos numa casa de madeira, em pé na cozinha e a menina corre por toda a casa. Ela tem cabelos escuros e cacheados. Apresenta-se alegre e saudável. Como todas as crianças em meus sonhos ela se parece muito com a minha filha, mas ela não é minha filha.Deixamos a criança e saímos da casa pra caminhar pelo quintal. Cruzamos a cerca e chegamos a um campo cultivado com flores pequenas e simples. Elas são de uma coloração de tons bege e marrom. A iluminação e a própria paisagem lembra uma pintura de calendário. De fato sinto como se tivesse sido incluído dentro de uma pintura. As flores se espalham em todas as direções. Espalhadas ao longo da estrada vemos algumas casas aqui e ali, entretanto nada muito aglomerado.
Não sei por que de repente chegamos à conclusão de que aquele lugar era a Venezuela.
Continuamos caminhando até encontrarmos uma velha, magra, enrugada, de vestido, avental e lenço na cabeça. Ela está à beira da estrada e grita algo para nós. Nesse momento surge o som de um caminhão que obstrui qualquer tentativa de diálogo. Quando o veículo vai embora posso ouvir o que ela diz:
- ¿Dónde es la Iglesia?
Simplesmente aponto meu braço na direção correta e acordo.
quinta-feira, dezembro 27, 2007
Sonhos. Nº 06

Um dia de sol e céu azul à beira-mar. Brisa fresca da baía aplaca o calor e torna tudo mais gostoso. Na orla uma casa aqui outra ali. No meio da praia algumas pedras modificam a paisagem. A areia é branca e as pequenas ondas quebram com suavidade. Perpetuando aquele som monótono, cíclico, perpétuo e calmante.
De baixo da varanda aprecio a paisagem. Ao longe pequenas canoas de pesca deslizam suavemente. Na areia algumas pessoas dedicam-se aos seus afazeres diários. Todos trabalham. Não há pessoas brincando.
Sinto um tremor sob os meus pés. E vejo uma nuvem de poeira erguer-se detrás de uma pedra e logo em seguida ser levada pelo vento. As pessoas largam seus afazeres e correm em direção a origem da nuvem. Vindos d’água e areia aproximavam-se daquele lugar que minha intuição gritava não ser um local seguro.
Como em uma erupção vulcânica o chão explodiu lançando ao ar pedras, terra e pessoas. Claramente vi dois homens cruzando o céu vindo para o meu lado da praia. As pernas e os braços estavam moles e se agitavam no ar. O choque com a água foi violento. Por um instante fiquei ali, em pé, parado e atônito. Um homem que estava dentro da água tirou-me do meu estado de torpor quando começou a correr para resgatar as pessoas que haviam caído do céu.
Corri em direção ao mar. Chapinhei na água. Por fim pulei e nadando da melhor forma que pude saí em busca dos desaparecidos. Com os olhos fechados atirava meus braços em todas as direções buscando agarrar um membro qualquer. Quando o fôlego já estava começando a faltar e eu ia desistir peguei um canela. Pra minha surpresa ela ainda se mexia. Ou seja, havia um sobrevivente. Infelizmente não era bem essa a verdade. De fato eu acabara de agarrar a canela do outro cara que ajudava no salvamento.
Desistimos. Saímos do mar e fomos ligar pros bombeiros. Passou-se um tempo e logo os corpos surgiram. Trazidos pelas ondas oscilavam na beira da praia. Observei dois homens brancos, levemente queimados da explosão. Os corpos apresentavam manchas brancas, circulares de aproximadamente um a dois centímetros de diâmetro. Pude ver que aqui e ali apareciam cracas como aquelas que se desenvolvem em pedras e cascos de navios. Por último fiquei mais instigado ainda quando notei que em alguns pontos dos corpos cogumelos em forma de orelha tinham crescido. Os cadáveres eram estranhos e interessantes ao mesmo tempo. Confesso que fiquei fascinado com a aparência deles. Fiquei ali, observando-os por um longo, longo tempo.
O sonho acabou quando estava embarcando num ônibus pra ir embora.
sexta-feira, outubro 19, 2007
Sonhos. Nº 05

Sonhei que havia sido contratado para escrever uma novela mexicana. Uma daquelas com heroína de longos cabelos cacheados e que usa muitos vestidos floridos. Comecei a escrever a história. Dei um início bem sofrido e choroso como é praxe nesse tipo de drama.
Vejo as cenas em minha mente como se assistisse a um filme. A protagonista dançando e girando feliz. Depois sentada chorando com o rosto entre as mãos. De repente as coisas mudam totalmente. Some a protagonista e vejo vários pássaros voando por toda parte. Eles bicam e arranham as pessoas. Há corpos pelo chão e as aves estão se alimentando deles. Pelas ruas caminham pessoas apáticas assemelham-se a mortos vivos. Eles param. E agora nenhum deles tem olhos. Órbitas vazias e negras são o que vejo.
Tem um homem de terno cinza. Ele está em pé no meio da rua. Ele não tem cabeça e nem mesmo um pescoço. O colarinho da camisa cerca um buraco escuro. Aves estão bicando em volta do buraco. Então de dentro do buraco sai uma revoada de diversos tipos de aves.
Depois disso eu acordo.
sexta-feira, agosto 24, 2007
Sonhos. Nº 04

Esta noite sonhei que estava num lugar parecido com uma revenda de carros. Havia mais três pessoas comigo. Então vejo um escorpião cinzento andando pelo chão. Ele tem aproximadamente nove centímetros. Está agitado, com as pinças abertas e a cauda levantada. Dá pra ver que ele quer confusão. Decido matá-lo antes que ele ataque alguém. Tento pisá-lo uma, duas vezes. É em vão o meu esforço, pois ele é rápido e sempre se esquiva. Tento uma terceira pisada, mas ele se esquiva e acerta o ferrão no peito do meu pé. Uma, duas, três vezes. Não sinto dor. Não nos três primeiros segundos. Então vertiginosamente meu pé começa a escurecer e inchar da ponta dos dedos até o meio do pé. Uma bolha roxa escura. Lembra um pastel colocado na banha quente estufou praticamente de imediato. Ele foge...
Agora estou num mercadinho próximo a minha última residência. O mesmo escorpião. Ou outro idêntico. Quem sabe. Ele está saindo da lateral do refrigerador da coca-cola. Ele passa na minha frente. Pego um pacote de fraldas de 28 unidades e jogo em cima dele. Ele saiu caminhando sem ter acusado o golpe. Agora ele está em cima de uma prateleira. Ameaçador ainda. Mas jogo produtos nele e ele é esmagado. Sai uma gosma, pegajosa, mas ele continua se movendo. Jogo mais coisas nele até que vire uma pasta melenquenta e disforme. Antes de sair do mercado converso com a dona pra que ela Dedetize o lugar.
O ridículo é que nessa discussão falávamos que os animais tinham se escondido no mercado por que eles gostavam de lugares frios. E eu tenho quase certeza que isso não é característica de escorpião.
sexta-feira, junho 15, 2007
Sonhos. Nº 03

Sonhei que eu estava no Nepal. E o Nepal era um país da áfrica, governado por um poderoso ditador/presidente. Eles possuíam a 5º maior frota aeronáutica do mundo.
Nisso estamos no congresso onde o presidente do congresso, um homem negro, opulento e vestido nitidamente está recebendo um visitante. O visitante um tipo nórdico/germânico. Branco com as faces vermelhas. O político estende a mão para cumprimentar a visita. O alemão diz:
- Acho que é isso que vocês querer dizer com dar una dentada. - e tasca uma mordida no antebraço do negão.
Nessa hora comecei a rir e acordei.
sexta-feira, abril 06, 2007
Sonhos. Nº 02

quinta-feira, fevereiro 22, 2007
Sonhos. Nº 01
- Eu quero ser muito rico. Isso milhões de reais. Eu quero saúde e ah! Depois eu faço o último. – ele olhou dentro dos meus olhos. E o seu olhar era amedrontado e estranho. Aqueles olhos enormes. Esbugalhados.
- Mas eu não posso. Eu não tenho mais esses poderes.
- Eu não quero saber. Você está querendo me enganar. Vou torturar você até ter os meus desejos atendidos. - e eu sacudia aquele corpo magrelo em minhas mãos. E sentia como ele era frágil e indefeso. Eu precisava de dinheiro. E estava pensando seriamente e fazê-lo sofrer.
- Não me machuque. Eu tenho filhos. Eu tenho uma família. – começou a implorar explicando que vivia em situação ruim. Que não tinha mais poderes. Que estava na pior. Ouvindo tudo aquilo. Eu ali com meus dedos sentindo aquelas costelas cobertas apenas pela fina pele cinzenta. E um peso que poderia ser de uma criança de dois anos. Pensei o que estava pensando fazer. Torturar por dinheiro um pobre diabo pai de família.
Então com vergonha de mim mesmo acordei.
