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terça-feira, janeiro 19, 2016

Bar Escadinha - Cinelândia - RJ


Depois de um dia inteiro batendo pernas pelo centro do Rio de Janeiro, visita ao Theatro Municipal, Confeitaria Colombo, comércio e tudo mais, o que queremos  mesmo é voltar pra casa. Mas, aí você olha pro celular e vê que são 18:00 e que o engarrafamento do centro a Jacarepaguá tá comendo solto. Entre ir e não ir a solução foi ficar. E ali na Cinelândia até tínhamos o Amarelinho para conhecermos, porém preferimos nos arriscar no Bar Escadinha. Uma opção interessante se você é o tipo de pessoa sem frescura e que gosta de se aventurar além dos roteiros turísticos habituais.
O bar é minusculo. Mas ganha amplitude usando o calçadão onde está localizado para instalar mesas e cadeira para receber os clientes excedentes. Optamos por ficar no calçadão à sombra de uma marquise. A Heineken a R$ 10,00 chegou gelada e foi servida em copos americanos, os típicos copos de boteco. No cardápio opções diversas de aperitivos, desde sacanagem até jiló. Pra agradar a filha resolvemos não arriscar e pedimos meia porção de salame R$ 20,00 serviu tranquilamente três pessoas. Apesar da aparência desleixada do lugar o banheiro feminino ganhou destaque positivo da avaliação da minha irmã, que é bem exigente no quesito limpeza.
Resumindo tudo, recomendo o Bar Escadinha localizado na rua Francisco Serrador, 90 que também é conhecida pelo carinhoso apelido de Beco da Cirrose.





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segunda-feira, julho 13, 2015

Sushi Roots na Lagoa da Conceição

Autor: Liz ComerlattoE o domingo que não prometia grandes emoções foi preenchido com um divertido passeio a  um dos lugares lindos que a Ilha de Santa Catarina oferece a todos. A Lagoa da Conceição é linda e convida ao passeio? Sim, ela é. Apesar de evitar o local no verão e alta temporada, não tenho pudores em visitá-la em pleno inverno. Minha ilusão de que estaria vazia e abandonada nos dias frios de julho se desfizeram logo na descida do morro. Calçadas cheias, bares movimentados, carros em todas as vagas. Quem visse não diria que era uma tarde inverno num point de verão. Depois de rodar um pouco pelo centrinho em busca de uma vaga encontrei uma brecha em uma das ruas laterais. Deixamos o carro ali e fomos bater perna pelo local.
Autor: L.S. AlvesHavia uma feira de rua com diversas barracas e vários tipos de artesanato à disposição. Bijuterias, luminárias de PVC, cachecóis, vinis e boinas. Aliás foi na barraca das boinas que adquirimos essa que a Liz tá usando na foto. Cor de vinho, feita a mão, com caimento adequado e ao custo de R$ 45,00 Dilmas as meninas não resistiram e levaram na hora. Acho que combinou muito bem com o estilo da Liz. Depois da feira ainda passamos por um terreno que oferece a tal de Food Truck que é a modinha pra comida de rua. O local tem cobertura pra proteger da chuva e no fundo tem uma pista de skate. Várias opções de comida e bebida no mesmo lugar. Também tem uns sofás e mesinha que é pra garantir o conforto dos frequentadores. É bacana, mas acho que não combina muito com a filosofia da comida de rua. Até porque não consigo levar a sério um lugar que oferece churros gourmet. Ali pelo centrinho ainda paramos pra bater umas fotos de turista à beira da lagoa e depois fomos embora rumo ao nosso real objetivo.
Autor: L.S. AlvesGraças a um desses infinitos serviços de compras coletivas, todos os dias tem um novo pipocando por aí, compramos um festival de sushi para dois no Sushi Roots da Lagoa. O local é bem localizado, de fácil acesso e com estacionamento gratuito logo aà frente do estabelecimento. Sério é muito fácil de encontrar. É logo depois da descida do morro da lagoa. Se você chegar no centrinho volta que já passou. O atendimento simpático e atencioso soma pontos ao local. Chegamos cedo e fomos pro segundo piso. Lá nos acomodamos num conjunto mesa e sofá ao rés do chão, pelo que entendo uma cópia do estilo japonês. A decoração e a iluminação são bonitas e o ambiente para ser perfeito só precisava não ter música ambiente. Isso é uma particularidade minha. Estou ficando velho e prefiro fazer minhas refeições em silencio para que possa conversar de forma mais tranquila com as pessoas que me acompanham. Enfim chega a hora de falar da comida e tudo o que posso dizer é que é muito saborosa e vem caprichosamente apresentada. Essa foto aí é de um pedido que fizemos lá. O peixe branco estava suave, o salmão e o atum com cores adequadas. O yakissoba delicioso. A surpresa veio por conta do guioza frito e com massa de rolinho primavera. Não era bem o que eu esperava, mas não posso dizer que estava ruim. Estava bem gostoso, mas passou longe do que eu conheço por guioza.
Autor: Liz ComerlattoResumindo tudo, recomendo o lugar. Não é barato, mas a comida é boa o ambiente é bacana. Pode ir em turma, família ou a dois. Tanto é bacana que rolou até esse momento ternura aí da foto ao lado. Espero que tenham gostado da descrição e que tenham bons momentos lá no Roots, eu pelo menos tive.

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segunda-feira, março 09, 2015

Domingo no Sítio Nona Lurdes

Autor: Edy Comerlatto
Placa Sítio Nona Lurdes
Domingo foi dia de pegar as estradas e dar um bordejo por Santa Catarina. O plano era almoçar no Sitio Nona Lurdes - Pousada e Restaurante. Mas, se os planos são linhas retas as execuções mais parecem novelos de lã. Antes de sequer chegarmos a São João Bastista já estávamos parados num desses pontões de estoque de sapatos que prometem milagrosos descontos de até 50% do preço. O problema é encontrar algo que seja bom, bonito e que esteja com o tal desconto. Depois de andar bastante atrás da esposa e da filha em dois pontões elas conseguiram achar dois pares de sandálias a preços acessíveis. Nessa brincadeira de caça ao tesouro gastamos uma hora de vida. Por favor, entendam, mesmo sendo o dia internacional das mulheres, fazer compra de sapatos não é um programa válido para homens. Pelo menos eu não acho a mínima graça. nisso. O melhor de ter parado nesses pontões foi coletar informações sobre como chegar ao restaurante. Eu confesso, sai de casa sem saber ao certo como chegar lá.

Autor: L.S. Alves
Fazendo novas amizades
Graças as informações coletadas chegamos sem problemas ao Sítio Nona Lurdes, mas não se assustem o lugar é fácil de encontrar o caminho é bem sinalizado e é próximo ao asfalto. Não dá nem tempo de ter pena do carro de tão curto que é o trecho percorrido na estrada de barro. Chegamos ao restaurante por volta das 11:30 que é o horário que eles inicial a servir o almoço. O local tinha poucas pessoas e foi fácil escolher uma mesa ao lado da janela. O buffet de saladas é bonito, sortido e fresco. As comidas quentes ficam ao lado. Lasanha de palmito, nhoque de queijo, aipim frito, polenta, polenta frita, galinha caipira, macarrão, arroz, feijão e até pirogue tinha. Nos servimos e começamos a comer. O garçom nos trouxe coca-cola 290ml de garrafa de vidro, o que pra mim indica a dispensa de copo, pois nesse caso o modo ideal de beber é direto no gargalo. Dez minutos depois de chegarmos já havia um movimento forte no restaurante. E ao meio dia ele estava lotado e o pessoal começava a dar os nomes para o recepcionista colocar na lista de espera. Terminei a refeição com um descente, mas não excelente pudim de leite. Minha esposa foi de sagu e também não reclamou.

Autor: L.S. Alves
Liz no balanço
Terminado o almoço fomos para a área externa desfrutar do terreno arborizado e aconchegante que faz parte da pousada. Do lado de fora há inúmeras cadeiras a disposição, mas se você estiver com uma lombeira um pouco mais forte, acredite isso não é vergonha alguma depois da refeição oferecida, você pode optar por deitar-se na rede. Também há muitas delas espalhadas pelo terreno. As crianças podem correr à vontade, ou brincar no balanço ou simplesmente queimar suas energias batendo num saco de areia que tem ali por perto. Fora isso tem mesas e cadeiras suficientes para atender as pessoas que já almoçaram e querem relaxar quanto para acolher aqueles que chegaram e esperam por uma vaga no restaurante.



Autor: Edy Comerlatto
Só as meninas
Caso sua digestão solicite uma caminhada, não se acanhe e leve as crianças pra passear e ver os bichinho que o sítio tem. Coelhos, galos, galinhas, patos, cavalos, aves exóticas, leia-se pássaros que eu não sei o nome. Quem fez sucesso em nos chamar a atenção foi essa simpática avestruz. Tanto sucesso fez que insistimos em tirar fotos com ela. O meu receio de tomar uma bicada era evidente. Não achei muito seguro chegar perto dela, mas foi super tranquilo. Tanto é que a Edy mesmo de brinco não teve problema algum pra ser fotografada com o bichinho. E como vi esses dias em algum lugar da internet, aqui, selfie pra valer a pena tem que ter bicho junto.

Autor: L.S. Alves
Esse é o verdadeiro bico de pato
Autor: L.S. Alves
Como tirar selfie com Avestruz
Resumindo tudo, um passeio gostoso, comida gostosa, não é caro, buffet livre a R$ 29,00, o local é agradável e acolhedor. E para aqueles que quiserem o local também é uma pousada, este lado não exploramos, mas creio que seja bom também. Se regular pelo restaurante, vai valer muito a pena. espero que um dia vocês possam experimentar.


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domingo, março 30, 2014

São Martinho um passeio feliz


Hoje foi dia de meter o pé na estrada com a família e o sogro. sair cedo de casa com as máquinas fotográficas carregadas e os olhos atentos para tudo que o mundo e a natureza de Santa Catarina tem para nos oferecer. Um dia bonito e com clima agradável que nos convida para dirigir sem pressa, respirando o momento e seguindo o ritmo suave dos inúmeros rios que cortam o caminho de Palhoça até São Martinho. Sim, foram esses 90 quilômetros de ida que percorremos hoje e posso afirmar com toda a certeza de que cada momento valeu a pena.
já conhecia um pouco da paisagem, pelo menos até o centro de São Bonifácio, dali pra frente tudo era novidade. Parando aqui e ali fomos registrando a paisagem rural com muito verde, rios e casas antigas espalhadas à beira da estrada. Grutas diversas serviam para matar a sede e deixar claro que o povo daquela região não abandona a sua devoção. Na gruta onde fica a imagem de São Francisco do Rio Salto paramos para beber água e fazer fotos como essa aqui em baixo.

Depois seguimos em frente em busca de um lugar para almoçar. No posto de gasolina da cidade nos informaram que o café colonial que buscávamos ficava mais à frente. Segundo o frentista era só seguir a mesma estrada em frente que não tinha erro e logo chegaríamos lá. e assim fomos pela estrada de barro, o asfalto termina em são Bonifácio, morro acima e morro abaixo comemos muita poeira. Pelo caminho muitas plantações e gado. Bois, vacas, ovelhas, carneiros, porcos, cabras se alternavam diante de nossos olhos. Entre as muitas construções que nos encantaram esta é uma que queremos compartilhar com vocês.

O caminho bem sinalizado nos fez chegar tranquilamente ao Fluss Hauss. Pelo tanto de veículos estacionados ao longo da via podíamos ter alguma ideia do movimento que encontraríamos. Quando falamos com o garçom na porta do restaurante a lista de espera era de aproximadamente uma hora. Quando enfim fomos atendidos a espera prevista para quem chegava naquele momento já era de uma hora e meia. O restaurante com lugar pra 350 pessoas serve diversos pratos da culinária alemã, frios tais como morcilha clara, morcilha escura, salsichas, etc. Um buffet de doces admirável, muito bem sortido e com produtos deliciosos. Não perdi a chance de conhecer o xucrute e o repolho roxo, comidas tipicamente alemãs. o ambiente acolhedor aliado ao atendimento atencioso tornam o Fluss Hauss um ótimo passeio para a família. 

O ambiente externo conta com um bonito jardim, muito bem cuidado e fornido de lindas rosas e outras flores. O que faz deste local uma boa opção de passeio seja antes ou depois da refeição. Ao lado do restaurante corre um pequeno curso d'água que faz girar uma antiga roda d´água que faz parte da decoração externa do local. Neste mesmo curso, mas numa área um pouco acima vivem várias carpas coloridas que fazem a alegria das crianças que numa pequena máquina podem depositar uma moeda de um real e receber em troca um punhado de ração para alimentar os peixes.

Para aqueles que já terminaram seus passeios e refeiçoes há ainda a a opção de comprar biscoitos, chocolates, licores e lembrancinhas na loja que fica ao lado do restaurante.

Depois de tudo isso só o que eu posso dizer é que recomendo muito o local. E que assim que você tiver chance de conferir o que eu escrevo á lá e passe horas agradáveis com sua família. e não se preocupe se tiver que esperar um pouco para comer, afinal essa demora servira para aumentar a sua fome e o seu prazer durante a refeição.







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domingo, outubro 09, 2011

Não recomendo Big Bamboo

Faz tempo que eu não entro nesse assunto, mas vamos retomar o fio da meada e deixar uma dica de restaurante com seus prós e contras. A propósito mais contras do que prós.
Ontem meu sogro esteve por aqui, então o levamos para conhecer a Guarda do Embaú. Um lugar que eu considero obrigatório para todos que visitam Florianópolis, apesar da praia ser no município de Palhoça. A paisagem deslumbrante é capaz de encantar, não importa quantas vezes já se tenha ido lá. Ainda tivemos a surpresa de avistar baleias, mas isso é assunto pra outro post.

Então, depois de correr de um lado para outro, subir morro, descer morrro e bater fotos, eis que a fome apertou e fomos em busca de um lugar pra comer e descansar as pernas. Andando pelo centrinho da Guarda avistamos várias opções. Dentre elas escolhemos aquela que mostrou a decoração mais atrativa. O Big Bamboo tem um ambiente acolhedor, deck de frente pro mar e uma decoração bacana. Muito promissor mesmo. Ainda mais com um balcão cheio de livros logo à entrada do local. O cardápio em forma de jornal trazia opções variadas, incluindo até comidas orgânicas no menu. Pedimos peixe, cerveja, coca e um mojito. Foi aí o início da queda. Uma única garçonte pra atender o restaurante inteiro. Deu pra notar que era mais do que insuficiente pra atender a demanda. Quando chegou o mojito fiquei admirado e pensando "onde diabos estava a hortelã?" Pedi pra provar o mojito e descobri que o barman fazia excelentes caipirinhas. Chamo a garçonete e questiono a bebida. Ela leva até o barman que categoricamente afirma que aquela é a receita tradicional do lugar e que eles sempre fizeram assim. Traduzindo em linguagem padrão "Ô seu pobre se não conhece a bebida não venha perturbar o barman" Certo engoli a caipirinha/mojito e depois disso só restou esperar a comida que demorou muito mesmo. 
A salada estava uma delícia, realmente muito saborosa, fresca mesmo. O peixe, congrio ao azeite e alcaparras também estava muito gostoso. Já o feijão tinha gosto de nada e arroz com uma cara de quem já estava cansado de estar ali também não ajudou muito a elevar a minha opinião sobre o lugar.
Resultado vá por sua conta e risco, pois eu não vou mais lá.


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quarta-feira, setembro 29, 2010

Kibelândia


Estive por quase duas semanas em Florianópolis a serviço da empresa onde trabalho. Nas horas livres, aproveitei desfrutar os meus prazeres prediletos: pedalar na Beira-Mar Norte, andar no centro da cidade e, principalmente, visitar os amigos. Tive a oportunidade de encontrar, ao vivo, a Juliana, do blogue jujucartoon e colaboradora daqui com suas ilustrações. Não houve tempo de conhecermos pessoalmente antes, porque eu me mudei para Joinville.

A chopperia Kibelândia, sugerida pela Juliana, foi o local do nosso encontro que fica no centro de Floripa em um casarão antigo. Ir a esse lugar me fez lembrar o meu passado, pois costumava circular muito nessa região quando era estudante de Biblioteconomia. Há muitos estabelecimentos com arquitetura antiga, inclusive o próprio prédio da faculdade. Vi que o sebo onde frenquentava ainda existe.

Opa! Preciso voltar ao futuro. Melhor dizendo: passado recente, pois o encontro com a Juliana aconteceu na quarta-feira do dia 22 de setembro. Conversamos bastante sobre vários assuntos e a moça confirmou o que eu já percebia dela no meio virtual. Inteligente, simpática, atenciosa e possuidora de um senso crítico convincente são as suas marcas.

A única surpresa foi constatar que ela não tem estatura baixa. Eu disse que achava que fosse baixinha. É mais alta que eu! Depois pensei melhor e a explicação desse “achismo” é porque sempre fui a mais alta das meninas do jardim ao ensino médio. No entanto, o meu crescimento estacionou cedo. Fiquei com 1,68 de altura, considerada uma estatura mediana. Pode parecer uma futilidade estar tratando de altura aqui, mas gosto de me surpreender com alguma coisa.

Durante o nosso bom papo, tomamos cerveja e saboreamos o kibe. Eu ainda comi o pastel de camarão. Tanto o kibe como o pastel estavam sequinhos e deliciosos. Huumm! Optamos por ficar na mesa disposta no calçadão, onde não há circulação de carros. Assim, pude admirar a linda arquitetura do casarão da Kibelândia com suas grandes janelas.

Gostei de conhecer mais a querida Juliana e espero que o próximo encontro seja com todos os colaboradores deste blogue!

Onde fica:
Rua Victor Meirelles, 98 – Centro – telefone (48) 3322-0760
Funciona de segunda a sexta-feira, das 11 às 0h. Sábado, das 10 às 16h.

Lu Vieira

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quinta-feira, agosto 26, 2010

Barracão da penha II

Fica às margens da BR-101 logo depois de passar a ponte sobre o rio Itajaí no sentido Sul/Norte. Quem vê de fora não dá nada pelo local. Basicamente é mais uma lanchonte de beira de estrada, daquelas que vendem um monte de bagulho pra turista. Artesanto, doces, cachaças, cuias de chimarrão, bancos, apitos e por ai vai. Até mesmo eu que não sou muito ligado nessas coisas acabo adquirindo uma colher de pau ou um doce ou uma cachaça. Mas o que eles tem de realmente importante é o que está na cozinha. E é de lá que vem pão caseiro, queijo colonial e salame. Juntos eles formam um dos melhores sanduíches que eu conheço. Tostado na chapa e acompanhado de um café é a melhor coisa que você pode conseguir na beira de uma estrada.
Faço questão de parar ali sempre que posso para saborear o lanche e esticar as pernas. Fora o sanduiche o local oferece caldo de cana, pastéis fritos na hora e outros tipos de salgados. Os preços não são exorbitantes como outros lugares a beira da estrada que eu conheço e o atendimento é bem bacana o pessoal é atencioso e o lanche não demora pra ser servido.

Recomendo tranquilamente o lugar, pelo menos para as pessoas que gostam de comer sem muita frescura.

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quarta-feira, julho 21, 2010

Botequim da Frau

Fica em Joinville, na esquina das ruas Aquidaban e Otto Boehm. Um lugar que nos remeteu ao passado, pois a edificação mantém os traços antigos tanto na parte externa quanto interna. Entrando no ambiente, deparamos com vários quadros pendurados nas paredes mostrando recortes de jornais antigos da cidade, cartazes de propagandas antigas e times de futebol. É um local charmoso e aconchegante com mesas próximas e, no dia que fomos, muita gente estava tendo uma conversa animada acompanhada de uma boa bebida e comida.

Conhecemos pela primeira vez o Botequim da Frau na semana passada. O meu acompanhante? O nosso amigo L.S. Alves! Ele esteve em Joinville por conta do seu trabalho. Então, unimos duas coisas ao mesmo tempo: a vontade de conversar pessoalmente e de conhecer um novo espaço. Pedimos logo uma... Adivinhem? Cerveja! Tanto a cerveja clara como a escura ou preta. Sem muita fome, decidimos saborear petiscos oferecidos pelo bar. Consultando o cardápio, vi um nome estranho: rollmops. Nunca havia ouvido falar e não tinha ideia do que era feito. O amigo Alves me convenceu a prová-lo. Pedimos também uma salada de batatinhas.

Quando o rollmops apareceu diante de mim, o formato dele parecia ser de uma lesma. Hummm... Que delícia! Trata-se de um filé de sardinha enrolado em torno de um pedaço de cebola. Tem sabor forte e, por isso, fui degustando devagarzinho. Evidente que depois do encontro eu quis saber mais desse petisco. Pesquisando na internet, achei aqui curiosidades interessantes sobre os rollmops. Para mim, o mais incrível é que eles são encontrados em mercearia em um vidro de conserva. Nunca os notei. De minha parte, está dentro da normalidade, pois o meu interesse em culinária é quase nulo. Tenho muito que aprender e experimentar.

Frau (significa mulher em alemão) é o apelido carinhoso dado a Elinor Ritzmann. Antes de o botequim ir à rua Aquibadan, o Bar Colon, como era chamado, ficava na rua XV de Novembro, sob o comando de Elinor e seu marido (falecido). Em 2006, o seu médico a aconselhou a parar de trabalhar e ela passou a responsabilidade do negócio para seus conhecidos. Eles mudaram o nome do estabelecimento: de Colon para Botequim da Frau. Leia mais aqui a história de Frau e seu bar.

O charmoso botequim já foi cenário de um filme. “Cinemaiêutica” é considerado o primeiro filme 35mm produzido em Joinville. O curta-metragem mostra Roberto e André num bar e o segundo diz ao amigo que ambos estão num filme. Roberto não acredita e André, com a intenção de provar a sua crença, o arrasta para uma divertida viagem na linguagem do cinema. Veja aqui mais sobre o filme. Vocês vão perceber como é o ambiente por onde estivemos.

Então, eis a dica de conhecer mais um lugar em Joinville. Não deixem de ir ao Botequim da Frau!


Onde fica:
Rua Aquidabam, 1164 – telefone (47) 3028-9899.

Lu Vieira

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quarta-feira, junho 09, 2010

Saboreando pastéis

Depois de três dias de muita chuva, sábado amanheceu com um sol esplêndido e acompanhado do frio. Um convite para não ficar em casa. Afinal, é gostoso receber o calor do sol no corpo e apreciar os espetáculos solares em cada lugar. À tarde, com os amigos Jacqueline e Maurício, que os conheço desde o tempo da faculdade de Jornalismo, fomos passear tendo como destino a Lanchonete Rio da Prata. Essa lanchonete fica na localidade rural Rio da Prata, em Joinville (SC).

O estabelecimento oferece um dos pastéis mais deliciosos da região. Se alguém me pergunta onde tem pastel gostoso, imediatamente lembro o da Lanchonete Rio da Prata. A massa é caseira e fina, com bastante recheio. Possui mais recheio do que massa e o tamanho não é grande. Há uma lista imensa de sabores salgados e doces para escolher no cardápio. São mais de quarenta sabores. Ninguém pode reclamar da falta de opções. Pastéis típicos como de carne, frango, queijo e banana costumam estar pronto para serem deleitados. Ingredientes mais variados são feitos na hora. Vale muito a pena pedir um sabor diferente e esperar cerca de vinte minutos (o local recebe muitos clientes). Quanto aos preços, vão de R$ 1,75 a R$ 3,75.

Antes de degustar os saborosos pastéis, curtam o lago com peixes e moinho que há ao lado da lanchonete. Existe ainda uma cachoeira atrás do estabelecimento. Entrando na lanchonete, vocês encontram um ambiente simples, rústico, aconchegante e, em conseqüência, vão logo disparar para um bom papo com os seus acompanhantes.

Nesse lugar já comemorei aniversário e costumo levar amigos e parentes visitantes. Antes de parar para comer pastel, aproveito ir até o mirante da Serra Dona Francisca. Em maio foi a última vez que estive no mirante e me entristeci ao ver lixo espalhado no mato e escultura pichada.

Se vocês me visitarem, certamente irei levá-los ao mirante da Serra Dona Francisca e para comer pastéis deliciosos no Rio da Prata.

Onde ficam:
Lanchonete Rio da Prata – Rodovia SC 301 Km 81, nº 5317 – telefone (47) 3428-0019
Mirante da Serra Dona Francisca – ao longo da Rodovia SC 301.

Lu Vieira

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quarta-feira, outubro 07, 2009

Onde comer em Blumenau. Pizza

Caso você venha para a Oktoberfest ou simplesmente esteja a trabalho e não conheça nada de Blumenau deixo aqui a recomendação de um lugar que gosto de freqüentar quando estou na cidade. Ontem jantamos em três lá. Uma pizza gigante de cinco queijos, calabresa e peperoni acompanhada de uma coca light. Saiu R$ 10,00 por pessoa. Posso dizer que éramos três homens bons de garfo e mesmo assim tivemos dificuldades para terminar a pizza. Muito queijo e calabresa. Realmente ela faz jus a denominação de gigante. A pizzaria fica perto do centro, tem estacionamento próprio, a pizza é uma delícia e o preço não pesa no bolso.


Ai segue uma foto da placa do local com alguns preços.


S5035822.JPG


Ai abaixo um mapinha com a localização aproximada do local.



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quinta-feira, abril 09, 2009

Onde comer em Itajaí

Quarta-feira a noite depois de umas cervejas saímos para jantar e para nossa grata surpresa encontramos esse rodízio de frutos do mar por R$ 22,00. Fomos muito bem atendidos e nos fartamos de comer camarão. No final ainda rolou uma sobremesa descente, banana flambada com sorvete. Àqueles que de passagem se encontrarem por em Itajaí e quiserem comer frutos do mar em um lugar bacana eu recomendo o restaurante Sabor do mar. Fica na avenida Ministro Vitor Konder é bem fácil de achar, pois é uma área com grande concentração de restaurantes.





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