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quinta-feira, agosto 07, 2014

Weird Al Yankovic música imagens e risos

Achei esse clipe zapeando pelo YouTube. Lembrei que a primeira vez que vi o Weird Al Yankovic foi logo em seguida ao lançamento do clipe Bad do Michael Jackson, ele fez a paródia Fat. De lá em diante sempre gostei de assistir os seus videos satíricos. Hoje em dia o Brasil está cheio de clipes de paródia de tudo quanto que é tipo de música, mas na década de noventa quem quebrava tudo era o Weird Al.  Espero que gostem.
"Weird" Al Yankovic - Amish Paradise:








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sexta-feira, novembro 05, 2010

Sonho



Às vezes, o sonho se torna realidade por uns momentos. Depois volta a ser sonho.

Para ajudar a dar mais esperança ao sonho ou sonhos de cada de um nós se tornar realidade por mais ou muito tempo, compartilho a bela imagem que captei no Parque da Luz em setembro deste ano em Florianópolis.

Lu Vieira

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sexta-feira, outubro 15, 2010

Mudanças

Às vezes é preciso mudar por fora pra conseguir mudar por dentro.






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quarta-feira, julho 28, 2010

Vontades

Tantas flores...
Precisas escolher algumas ou apenas uma.
Tantas que hoje sentes não haver uma flor.
Para que todas sejam prioritárias,
O dia tem que ser superior a 24 horas
Ou ser uma pessoa multiplicada por 2, 3...
Não é bom
Viver na ilusão das
Flores plantadas ao mesmo tempo.
É melhor
Viver com paciência na
Firmação, base por base,
De cada flor a preencher o seu coração.
Se não conseguir a paciência,
Não sobrará nenhuma flor no teu canteiro.
E tu apenas existirás!

Lu Vieira

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sexta-feira, junho 04, 2010

100 seguidores

A todos que nos acompanham, seja no feed, e-mail, facebook ou aqui direto no blogue mesmo, um muito obrigado.
Hoje alcançamos a marca de 100 seguidores do blogue e podemos dizer que é esse reconhecimento que faz a gente mais feliz e da mais vontade ainda de continuar.
A todos um abraço.


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quarta-feira, maio 05, 2010

Fumaça irritante

É comum na região onde vivo haver queimadas de alguma coisa nas residências. Geralmente, acontecem mais no fim do dia. Queimar é proibido. O povo não obedece e a natureza ganha mais golpes para a sua destruição. Quando há queimada perto de casa, fico muito irritada. Não suporto o cheiro. Eu me sinto sufocada e fico com dor de cabeça. A minha mãe tem o hábito de não deixar no fim da tarde as roupas secando no varal do quintal de casa para evitar que a fumaça entre nas roupas. Friso que não é cheiro de fumaça de restaurante. Tem gente que ainda queima o seu lixo com fogo, apesar de existir o caminhão que recolhe o lixo três vezes por semana.

O cheiro de fumaça, imagino eu, deve ter efeito semelhante de quem cheira alguma droga como a cocaína. Para mim, a fumaça me deixa desnorteada. Creio que sou muito sensível e tenho saúde frágil. Se um dia houver incêndio no local onde eu estiver, acho que vou ser primeira a morrer. Não de queimadura, mas da inalação do cheiro do fogo. Talvez seja um exagero de minha parte pensar dessa forma.

Sim, acertou em cheio quem pensou que detesto o cigarro. Respeito a opção das pessoas por fumar, mas devem acender o cigarro longe de mim. É horrível ver pessoas com papel enroladinho na boca. Não é um acessório bonito. De qualquer forma, não vou deixar de gostar das pessoas que fumam.

Lu Vieira

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sexta-feira, março 26, 2010

Coral

Vamos as boa notícias do dia, pois nem só de lamentos vive o homem. Desde quarta sou mais um integrante do coral Clave Sul. Já posso estragar músicas famosas com a cumplicidade dos colegas de trabalho e com o apoio da ECT. Falando sério agora, o coral já tem mais de 10 anos, é patrocinado pelos Correios e para 2010 promete ter uma agenda bem recheada.Com isso posso lidar com uma das minhas maiores frustrações dos últimos anos que era estar afastado da música.
Enfim torno a fazer algo que gosto muito sem ter que subtrair tempo algum da minha família.
Já deu pra notar que estou feliz?
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quinta-feira, março 25, 2010

Meu primeiro moleskine

Chegaram os Molecos que eu tanto esperava. Já que Moleskine no Brasil é artigo raro a gente se vira com os genéricos. No caso Molecos, moleskines feitos de material reciclado. Quem foi que disse que eu não dava bola pra ecologia? Agora é só tratar de viver e recheá-los com histórias.






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segunda-feira, fevereiro 15, 2010

Eu quero um parque

Um só não
Quero muitos parques
Preciso de área verde
Para respirar melhor
Para admirar
As árvores
Os pássaros
Os animais
As pessoas
Para estender a minha toalha na grama
Nela sentar
E abrir um livro ou uma revista
Ou tirar uma soneca
Ou ficar quieta
Para caminhar
Pedalar
Jogar bola
Fazer ginástica
Estar com a família
Ou com os amigos
Ou sozinha
Ouvir música
Apreciar a natureza
Refletir
Ver que o verde ainda existe
No meio de uma cidade selvagem
Enfim, para me sentir bem.

O que escrevi acima dá uma noção do quanto eu gosto de parque. Prometo contar em outro post o motivo desse meu forte desejo.

Para terminar, como gosto de fazer, deixo a linda imagem de uma rosa que registrei no jardim da empresa onde trabalho.



Lu Vieira

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segunda-feira, fevereiro 08, 2010

Preciso te ver

Aonde quer que eu vá
Sempre estás no mesmo lugar
Posso te ver e tocar quando eu quiser
És imenso
Lindo
Maravilhoso
Fascinante
O meu dia se torna melhor
Quando eu te vejo
Mesmo que seja por um instante
Sinto paz na alma
E próxima do Criador
Preciso te ver
Meu querido mar

A foto mostra as três pontes de Florianópolis que ligam o continente à ilha: Pedro Ivo, Colombo Salles e, ao fundo, Hercílio Luz.



Até os pássaros apreciam o mar... Mesmo que ele esteja poluído. Ou eles estão pensando qual é o motivo de deixá-lo sujo...


Vamos tomar um banho de mar? Esta é a praia Ponta das Canas, também em Floripa.




Lu Vieira

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segunda-feira, janeiro 11, 2010

Novos rumos


O ano novo chegou. Entre o Natal e o ano novo, muita gente parou para pensar nos acontecimentos do ano de 2009 e nos planos para 2010. Eu não parei para pensar nesse período. Pensei o ano inteiro. Muitas coisas aconteceram em minha vida. Más e boas. Todas foram um aprendizado para mim.

Estou em um novo emprego. Ainda não é bem o que almejo. Infelizmente não temos o luxo de escolher o que e onde vamos trabalhar. Existe muita concorrência no mercado de trabalho. Tenho que ser melhor que os outros para conseguir a realização do meu desejo. Preciso saber muita coisa. Creio que se exige demais do ser humano. O mundo quer o superhomem e a supermulher. Estudar é muito bom. Gosto bastante disso. Por mim, nunca pararia de fazer cursos. No entanto, estudar tem custo e não é todo lugar que possui o que pretendo aprender. Nem sempre o que se exige vai ser praticado no trabalho. Até hoje não precisei falar em inglês ou espanhol. Só houve necessidade quando não estava trabalhando.

Como estou no novo emprego e voltei para Joinville, defini novos objetivos de vida. Muitos planos estavam sendo praticados em Floripa. Alguns foram abandonados e outros deixados para trás. Não lembro se já fiz nos anos anteriores. Acho que foi a primeira vez que escrevi no papel o que fazer para que 2010 seja feliz para mim. Troquei os sonhos por metas. Sonho parece dar a noção de que é mais difícil e longe de ser realizado. Meta oferece uma noção clara daquilo que deseja perseguir e alcançar. Um alvo. Um gol. Então, no papel saiu uma lista de 17 gols que pretendo fazer. Fiz essa lista com a intenção de ajudar nos acertos das escolhas da minha vida.

Bem, o ano novo já está aí para começar a dar os chutes em direção ao gol. Peço a Deus que me dê paciência, tranqüilidade, sabedoria, segurança nas minhas atitudes e muita vontade de viver. E desejo que todos os leitores deste blog consigam também fazer boas escolhas na vida.

Lu Vieira

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segunda-feira, dezembro 14, 2009

A letra

Vivemos na era digital. Quase não escrevemos usando a caneta ou o lápis. Fazemos isso mais por meio do computador, do celular, etc. Hoje sinto dificuldade quando vou escrever com a caneta. Até para assinar. Preciso lembrar como devo posicionar a mão e o corpo. A minha mão chega a tremer quando começo a escrever com caneta. Depois flui naturalmente. Engraçado isso, pois antigamente eu conseguia fazer com facilidade. Era um ato mecânico. Pode ser que o motivo da dificuldade seja o uso constante do computador no trabalho ou em casa.

Escrever com caneta e no computador não é a mesma coisa. Quando uso o computador, digito muito rápido e de acordo com a velocidade do meu pensamento. Essa rapidez, creio eu, adquiri graças às aulas de piano e de datilografia. Aulas de datilografia? Isso nem existe mais. Já com a caneta no papel, não consigo fazer isso rápido e, consequentemente, não acompanha a velocidade do meu pensamento. Há frases que faltam palavras ou elas ficam juntas.

Alguns que estão lendo este texto podem estar se perguntando: “E daí, Lu?” Daí que quero fazer uma pergunta. Vocês conhecem a letra de seus novos amigos e colegas de trabalho? Não sei a sua resposta. A minha é não. Descobri que não conheço a letra de muita gente. Fiquei pasma. A letra, em minha opinião, revela um pouco da personalidade da pessoa. Este post escrevi primeiro no papel com caneta. A minha letra ficou feia. Mas é a letra de rascunho. Termino este texto mostrando a minha letra corrida e a de forma para vocês conhecerem um pouco mais de mim:


Lu Vieira

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segunda-feira, novembro 30, 2009

Vento

Desço o morro
Sinto o seu bater
Sem violência
No meu rosto
No meu corpo
Meus cabelos voam
Estou pronta
Para mais um novo dia
Em qualquer lugar
Sinto o seu movimento
Faz bem para a minha alma
Não importa se está frio
Ou se está calor
Você é bem-vindo
Meus pensamentos se ordenam melhor
Meu olhar fica mais atento
Minha audição capta o seu som
Você não tem cor
Não tem forma
Mas tem presença
Quando você some
Peço que volte logo
Você volta
Às vezes, fraco
Outras, forte
Subo o morro
Você vem comigo
Mais um dia chega ao fim
E agradeço a Deus
Por você existir
Meu querido vento.


A foto mostra a Praia de Fora que pertence ao município de Palhoça (SC).




Lu Vieira

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segunda-feira, novembro 23, 2009

Eu só quero ser feliz

Desde que comecei a escrever aqui, ando revirando o meu baú de recordações. Não costumo guardar tudo o que escrevo ou ganho. De qualquer maneira, a gente fica surpresa com as coisas guardadas das quais não se lembrava mais. Veja abaixo o que escrevi há tempo atrás. Cada palavra colocada foi pensada na forma de música. Relendo o texto, também pode ser entendido como poesia se eliminar as frases repetidas. Surpreendente constatar que a minha opinião continua sendo a mesma. Não mudei. Ainda penso que sou a responsável pela minha felicidade. Não é o meu namorado, noivo ou marido, Deus, amigos e parentes que vão me fazer feliz. Todos os dias procuro escolher algo que direcione para a minha felicidade. Difícil ser feliz diante de tantas dificuldades e injustiças no mundo de hoje, mas não é impossível. Por isso, o meu desafio é acertar nas escolhas para ser feliz.

Por onde for
Sempre haverá você
Foi muito bom te conhecer
Te guardarei em meu coração
Suas palavras,
Seu carinho,
Sua amizade.
Lembrar de você
Me faz feliz
E a minha felicidade não depende de você
Depende de mim
E eu escolhi ser feliz
A minha vida é ser feliz
Mesmo nos momentos difíceis,
Procurarei ser feliz
Porque a vida é feita de escolhas
E eu escolhi ser feliz
Eu só quero ser feliz,
Eu só quero,
Eu só quero ser feliz.
Não, não dá
Não, não dá pra viver
Sem ser feliz
Viver é ser feliz
Ser feliz depende de mim
E de mais ninguém
Só de mim
Eu só quero ser feliz
E eu sou feliz
Por ter conhecido você!

Uma foto do entardecer em Joinville (SC) para te dar um colírio nos olhos e na alma.


Lu Vieira

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quinta-feira, novembro 19, 2009

Raio atinge trem em Mafra

Estou em Mafra a trabalho e há poucos minutos, 22:30, observava pela janela do hotel a chuva forte que começava a cair. Trezentos metros a minha frente cai um raio. Vi o relâmpago e quando pensei em me preparar pro trovão este já ecoava em meus ouvidos. O raio atingiu um vagão de trem que passava pela cidade naquele momento. Pude ver pedaços incandescentes do vagão brilhando na noite.
Foi uma experiência emocionante. Nunca tinha presenciado a queda de um raio tão perto assim.

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segunda-feira, novembro 09, 2009

Eu fui no "FireWhip"

Ganhei da minha amiga Ana um passeio no Beto Carrero World. Oba! Gosto muito de brincar nesse parque. Foi a quarta vez que me diverti no Beto Carrero. Obrigada, Ana!

A diversão foi realizada no feriado de 2 de novembro, dia dos finados. O sol apareceu para esquentar o nosso dia. “FireWhip” é o nome de um dos brinquedos oferecidos pelo parque. Esse eu ainda não conhecia e nem a Ana. Tanto ela como eu gostamos de atividades radicais. “FireWhip” é uma montanha-russa invertida. Anda a uma velocidade de quase 100 Km/h. Invertida, porque em vez de estarmos sentados num carrinho, ficamos com as pernas soltas em bancos pendurados no suporte superior. Veja a foto ao lado para você ter uma idéia de como é o brinquedo:

Há placas recomendando tirar todos os objetos pequenos que podem cair durante o trajeto do “FireWhip”. É preciso apoiar bem o pescoço e a cabeça no encosto do banco, ou seja, deixá-los firmes e seguros. Por causa da alta velocidade, se você não deixá-los firmes, eles vão ficar balançando pra lá e pra cá. Você sabe o que aconteceu comigo? Tenho deficiência auditiva e utilizo aparelho pequeno em cada ouvido. Para mim, eles fazem parte do meu corpo. Dê uma olhada na foto ao lado para ver como é um deles. Quando o brinquedo começou a correr, senti que o aparelho ameaçou escapar do meu ouvido esquerdo. Tentei colocar a mão na orelha, mas não consegui encostá-la por causa do volumoso suporte de segurança colocado no meu peito. Antes do desespero de perdê-lo tomar conta de mim, fiquei com a mão esquerda mais próxima possível da orelha. Ao mesmo tempo, gritei de alegria e medo. Nunca havia gritado tanto num parque de diversões. Geralmente os meus gritos são de alegria, de vencer o medo, de adrenalina. De repente, o aparelho esquerdo soltou da minha orelha. Consegui pegá-lo no ar, na curta distância entre a minha mão e o ouvido. Graças a Deus! Logo foi a vez do aparelho do lado direito começar a sair da minha orelha. Procurei apoiar a cabeça no lado direito do encosto do banco, o mais próximo possível do suporte de segurança a fim de que o aparelho não saia do meu ouvido. Com a mão esquerda segurava, com força, o aparelho que havia escapado e com a outra segurava no suporte de segurança. Não tive coragem de deixar as duas mãos livres do suporte. Afinal, estava com medo. Foi uma emoção muito forte. Mesmo preocupada em perder os dois aparelhos auditivos, pude observar e sentir a emoção de estar no “FireWhip”.

Quando a brincadeira chegou ao fim, eu e a Ana saímos com o corpo tremendo. No meu caso, creio que eu tremia mais por causa da quase perda dos aparelhos auditivos do que do medo dado pelo brinquedo de alta velocidade. Agradeci a Deus por estarmos bem e com os meus aparelhos auditivos em meu poder. A aventura valeu a pena! Na próxima oportunidade, irei novamente ao “FireWhip”. Mas sem os aparelhos auditivos, claro. Na banca instalada na saída do brinquedo, fomos olhar o vídeo do nosso desempenho. Sim, há uma câmera em cada banco. Podíamos levar o DVD por R$ 30,00 (trinta reais) ou a foto por R$ 15,00 (quinze reais). Decidimos pelo DVD. A Ana ficou com ele e depois farei uma cópia. Fomos relaxar nos brinquedos menos radicais. Quando a tremedeira foi embora, voltamos a brincar em outros brinquedos radicais como “Free Wall” (elevador) e “Big Tower”. Esses também dão aquele “frio na barriga”. No entanto, não ficamos com medo. Não se comparam com o “FireWhip”.

É impossível se divertir no Beto Carrero World por apenas um dia. Por isso vale a pena voltar lá mais vezes. Sempre há novidades e diversões para todo tipo de gosto. Se você vier a Santa Catarina, recomendo passear nesse parque. Ele é próximo das lindas praias catarinenses. Para passar o dia no parque, use roupas leves e confortáveis e vá, de preferência, de tênis. Leve mais roupas, pois há brinquedos aquáticos e você vai precisar trocar de roupa se escolher brincar neles. E não se esqueça do protetor solar. Quer saber mais sobre o parque? Acesse: http://www.betocarrero.com.br/

Lu Vieira

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segunda-feira, novembro 02, 2009

Viver ou existir

Amar sem sentir amada
Ser amada e não amar
Amores que deixou escapar
Palavras não ditas
Sentimentos não expressados
Problemas não resolvidos
Atitudes não tomadas
Beleza não mostrada
Sonhos não realizados
Desejos repreendidos
Buscas não feitas
Defeitos não eliminados
Qualidades escondidas
Falhas não admitidas
Erros não corrigidos
Oportunidades perdidas
Conhecimentos não adquiridos
Ensinamentos não aprendidos
Lazeres não curtidos
Sons não ouvidos
Músicas não executadas
Mensagens não lidas
Imagens não vistas
Lugares não pisados
Coisas não tocadas
Lágrimas não derramadas
Dores não sentidas
Pessoa próxima sem importância
Vida sem viver
Apenas existência.

A foto mostra a praia do Forte, em Florianópolis.

Lu Vieira

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segunda-feira, outubro 26, 2009

Adeus à infância

Abandonada entre diversos objetos que deixaram de ser utilizados na minha vida cotidiana, encontrei a minha agenda amarela com o “Snoopy” na capa que usei em 1993 e 1994. Folheando as páginas, emoções tomaram conta de mim. Nela estão registrados os meus compromissos, os pensamentos, as mensagens ou os recadinhos que recebi de minhas amigas, os meus “grandes” feitos tais como a primeira vez que assinei um cheque, a primeira vez que fiz vestibular... Coisas que não seria capaz de lembrar nos dias de hoje. Graças às anotações na agenda, estou tendo a oportunidade de relembrá-las. E lá também está uma poesia de minha autoria. Logo eu que sou ruim nessa área. Bom mesmo em poesia é o Hélio Cabral, um dos colaboradores deste blog. Registrei a poesia no dia 7 de julho de 1993 na agenda. Mas não foi nesse dia e ano que eu a criei. Não lembro exatamente quando isso aconteceu. Apenas que ela foi criada para o trabalho da disciplina de Português no colégio onde estudei boa parte da minha vida. Bem, chega de “blá, blá, blá”, vamos à leitura da poesia e espero que gostem:

De repente,
Deixo as bonecas no chão,
Deixo de brincar de casinha,
Deixo aquela vontade de brincar à toa.
O que será que houve comigo?

De repente,
Muda alguma coisa no meu corpo.
Parece que estou no corpo errado!
O que será que houve comigo?

De repente,
Começo a notar que meus amiguinhos são bonitinhos.
Parece que eu estava precisando usar óculos!
O que será que houve comigo?

De repente,
Dá aquela vontade de comprar uma agenda ou até um diário.
Nunca gostei de escrever numa agenda.
O que será que houve comigo?

De repente,
O beijo na boca que sempre via dos meus pais se torna emocionante.
Não vejo a hora de sentir essa emoção!
Espere! Nunca estive ansiosa por esse beijo.
O que será que houve comigo?

De repente,
Falo apenas dos meninos com as minhas amigas.
O que será que houve comigo?

De repente,
Coloco batom,
Compro roupas e sapatos que estão na moda.
Eu sempre comprava doces!
E não ligava muito para o mundo da moda!
Nem era tão vaidosa!
O que será que houve comigo?

De repente,
Dançar, ir ao cinema e tomar lanche com os meus amigos
Estão se tornando meus passatempos prediletos.
O que será que houve comigo?

De repente,
Ficar com papai e mamãe já era.
Agora, é a hora da independência.
O que será que houve comigo?

Mãe, está me entendendo?
Pai, está me entendendo?

O quê?
Não estou mais vivendo na infância?
Já fiquei adulta?
Entrei direto na velhice?
Não! Não! Não!

Lu Vieira

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segunda-feira, outubro 19, 2009

O contador

O contador é aquele que narra alguma coisa, conta histórias. Também tem outro tipo de contador. É aquele que trabalha com números, ou seja, conta números, um contabilista. Hoje existe curso superior de Ciências Contábeis para formar o contador. No escritório do meu pai há um certificado colocado em moldura e pendurado na parede, veja:



É o Certificado de Habilitação de Guarda-Livros do meu avô paterno, obtido em 1932. Nessa época o guarda-livros é o equivalente ao contador de hoje.

Lu Vieira

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segunda-feira, outubro 12, 2009

Não dê esmola

Você já viu uma placa como esta?



A placa acima está instalada ao lado dos semáforos das principais ruas de Joinville, minha terra natal. É um trabalho desenvolvido pela Secretaria Municipal de Assistência Social e faz parte do Programa Porto Seguro. Este é o link que trata do lançamento da campanha "Não dê esmola. Ajude de verdade": http://www.cvj.sc.gov.br/index.php?goto=noticias_view&cd=3654view&cd=3654


O meu último post, do dia 05 de outubro, tratava sobre os pedintes e que devemos cobrar mais ações do governo para ajudar o seu povo. A campanha em questão não é uma iniciativa boa do governo municipal? Cabe ao povo joinvilense acompanhar esse trabalho.


Lu Vieira


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