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segunda-feira, janeiro 18, 2016

Vício em Whatsapp

Lendo isto no blogue Casulo online cheguei a conclusão que creio que no fim seja tudo uma questão de maturidade e de se adequar as novas tecnologias. Usando um lugar comum: " A diferença entre o remédio e o veneno é a dose."
Mas que nas férias é libertador usar o celular só pra fotografar,ah isso é! E se der pra deixá-lo desligado, melhor ainda.




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quarta-feira, dezembro 30, 2015

Imagens de mulheres reais

Tava navegando por aí quando me deparei com o site My Body Gallery. Gostei da proposta na hora. Ele tem uma base de dados e fotos que mostra o corpo de mulheres reais ao redor do mundo. Funciona mais ou menos assim: você insere dados como sua altura, peso, idade, tamanho da calça e da camisa, então o sistema busca fotos de mulheres com as mesmas características pra você analisar. 
Acho legal pois é uma alternativa para essa visão estereotipada que a mídia nos impõe todos os dias. E você o que pensa do assunto? Vai experimentar? Conte-nos o que achou.

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domingo, maio 03, 2015

Relacionamentos: Toda história tem seu fim

Houve um tempo em que o desespero foi tão grande que eu comecei um diário. Um caderninho rosa no qual eu escrevia diariamente, diretamente para Deus, na esperança de que de algum modo eu fosse acolhida e  encontrasse compreensão. Também veio o blog e eu escrevia incansavelmente. Aí vieram inúmeros arquivos .doc em subsubsubsub pastas nos meus arquivos pessoais... E aí veio a sabedoria do silêncio. Isso tudo foi resultado de um longo processo de conhecimento. Tive que aprender a engolir coisas que não podiam ser ditas, então eu escrevia. Eu implodia emocionalmente e explodia nas palavras.  Foi a maior arma encontrada por mim mesma para minha auto sobrevivência. Porque a vida é assim, a gente sobrevive às circunstancias e faz um arsenal de armas pra isso. Cada um do seu jeito, esse foi o meu.
“Já parou para pensar em como seria mais fácil se as pessoas aprendessem só observando? Se olhar, opinar e julgar fosse o suficiente...? Não é. Continuamos, claro, opinando, julgando, avaliando, falando de todos ao nosso redor, mas não aprendemos. A gente acha que esse nosso olho grande na vida dos outros é suficiente, até que tudo aquilo de curioso que acontece na vida do vizinho começa a crescer na nossa grama.
Anos de dedicação construindo nosso teto até descobrirmos que ele é de vidro. Como o de todo mundo. Que uma pedrinha boba é capaz de rachá-lo, que uma segunda pedrinha boba pode derrubá-lo. Mas a pior parte é saber que o vidro quebrado não pode ser emendado. Que se emendar, ele quebra de novo, mas agora nem precisa de pedra, qualquer vento é capaz de derrubar tudo. É nessa hora que a gente tem que pensar no vidro novo. É complicado olhar pra cima e entender que um vidro novo significa coisa nova.
Significa reconstruir um teto, significa zerar o placar, significa tanta coisa...
Somos tão acostumados com nossa vida que tantas vezes nós mesmos vendamos nossos olhos só para não termos que encarar tudo que a vida pode nos dar. Passamos séculos vivendo mais ou menos pelo medo de buscar o mais. Até que inevitavelmente alguém nos empurra para fora da zona de conforto. E agora?
(...)”

Toda história precisa de um final. Toda. E não existe só um final. Existem vários finais, inúmeros, incontáveis, infinitos... Finais. Desde o final de um filme que durou duas horas que você acabou de assistir, passando pelo final do dia, o final do mês, o final do curso, o final do prazo, o final do ciclo, ao final da vida... 
Nossa história não acaba em qualquer final. Nossa história é feita propositalmente de várias histórias. Acredito que Deus fez isso na intenção de que em uma única vida possamos ter muitas histórias, em vez de nos prendermos a um único e longo romance. Nossa vida é feita mesmo de crônicas. É um livro bem grande, cheio de crônicas. Cada uma das crônicas carrega sua própria moral e vamos nos descobrindo... Vamos nos conhecendo, acertando, errando, consertando ou simplesmente seguindo. Mas o mais importante é que tenhamos a capacidade de enxergar o livro todo e nunca nos prendermos a uma única história, mesmo que ela queira muito ser mais importante que todas as outras. Porque o que importa, no fim das contas, é o livro todo, porque nossa vida não pode ser contada em uma única história.


Escrito e gentilmente cedido por: Raíssa Biolcati

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sexta-feira, março 20, 2015

Literatura inteligência e pre-conceitos

Sobre fanboys e literatura. Para uma melhor compreensão recomendo antes a leitura do artigo que originou a minha reflexão, para isso é só clicar ali em baixo no nome do Ademir.

ADEMIR LUIZ não te conheço, mas também não te odeio.
Depois de ler o seu texto todo. Sobrou pouca coisa pra falar. O que posso dizer é que senti uma tonelada de preconceito nos suas linhas. Quanto a mim defendo que as pessoas leiam, seja Paulo Coelho, 50 tons de qualquer coisa ou Kafka, etc. O importante é que comecem a ler. Alta literatura, baixa literatura, ou literatura anã são rótulos. 
Os livros são como alimentos pra alma, precisam ser digeridos, mas o ser humano não vive só de livros, ele também se alimenta de música, filmes, quadrinho, TV, internet etc. Todas essas opções fazem parte do menu, mas não só isso. Existe ainda a interação com outros seres, humanos ou não. E mesmo com o mundo. As pessoas absorvem as coisas de maneiras diferentes e reagem de maneiras diferentes. Eu defendo que o gosto pela leitura evolui de maneira semelhante ao gosto pela culinária. Quando jovem adorava doces, frituras, e fast food. Com o tempo e a experimentação o paladar se amplia. Chega uma hora que você percebe que a vida é curta e não dá pra perder tempo com comida ou livros ruins. O que não quer dizer que de vez em quando eu não pare a noite na cidade pra comer um cachorro-quente na barraquinha da esquina. O mesmo digo em relação a livros, filmes e música. Tem muita gente que paga caro pra comer uma comida esnobe e mesmo assim continua uma besta quadrada emocional, ou política ou social. Ler os "crassicos" não diz muito sobre a pessoa. A criatura pode ler Hamlet e continuar sendo uma besta quadrada. Ou pode ler Harry Potter e ter uma visão apurada da vida. São muitos ingredientes nessa receita chamado ser humano.
Fã xiitas e pessoas esnobes sempre irão existir, mas não é porque você gosta mais de alface que o hambúrguer do Stephen King vai ter menos valor.

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quarta-feira, março 04, 2015

Não pare na pista ou Use a maldita faixa

Tô ficando velho, tô ficando chato. Dizem que a sabedoria bem com o tempo. Ainda não vivi o suficiente para poder afirmar isso. O que sei é que com a idade vem a rabugisse e também a impaciência. Principalmente quado se vê pessoas caminhado pra dar de cara contra o muro mesmo quando a vida está aí cheia de oportunidades para todos. O fato é que estou ficando velho e perdi a paciência com esse povo jovem e saudável que mesmo estando a uns vinte metros da faixa de pedestres prefere se arriscar no meio do trânsito do que caminhar alguns passos e se arriscar a usar a faixa de segurança, que apesar de não se algo consolidado em nossa sociedade ainda é melhor do que correr entre os carros e motos. Sobre não ser um costume consolidado, posso afirmar com certeza uma exceção no Brasil.
É tolice mas isso me irrita. Não gosto de ver pessoas arriscando suas vidas assim. fico a perguntar será preguiça, descrédito ou burrice mesmo? Antes reclamávamos da falta de faixas. Agora que as temos os energúmenos jogam dados com a morte. Falando em dados, eis um linque sobre atropelamentos no Brasil.  
Em 2014 estive em Brasília no Distrito Federal e pude constatar in loco que o uso da faixa é levado bem a sério, tanto por motoristas como por pedestres. Basta ficar em frente à faixa e acenar com o braço que os carros diminuem ou param pra você atravessar.
E a propósito dessas teimosias no melhor estilo Frogger, quem jogou Atari entende, acho que as pessoas que são atropeladas no meio da rua tendo uma faixa de pedestres ao seu lado deveria imediatamente ser inscritas para concorrer ao Prêmio Darwin
Um abraço e use a m@ldita Faixa!!!

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sexta-feira, janeiro 09, 2015

Não sou Charlie Hebdo

De tanto ler e ouvir sobre o atentado terrorista na França que matou 12 pessoas vejo-me levado a expressar a minha opinião.

É fato que o incidente é uma tragédia e que ninguém merece ser fuzilado de forma tão covarde como aconteceu com os trabalhadores do jornal e o policial. Mas, daí a dizer que a liberdade de expressão está ameaçada e que o islã é uma ameaça já exceder os limites da razoabilidade. Estão santificando as vítimas e o jornal para usá-los de forma política, a principal beneficiária dessa tragédia será a extrema direita francesa que baba ódio contra muçulmanos e imigrantes em geral.

O Charlie Hebdo (de agora em diante C.H.) não atacava a tudo e a todos. Apesar de vermos muitas pessoas defendendo o jornal como sendo isento e atacando todas as religiões. É preciso apenas alguns cliques na internet para se notar que isso não tem fundamento e que o C.H. era bem tendencioso. Pois, quando a conversa era com o SIONISMO eles falavam fino. Tanto que, quando um de seus chargistas mexeu com o filho do Sarkozy por causa do seu casamento com uma judia o cartunista foi pressionado a escrever uma carta de desculpas, como ele se negou foi demitido sem justa causa. O C.H. perdeu o processo na justiça e indenizou o chargista em 40.000,00 euros. Mais informações sobre isso aqui. Então nota-se que apesar do jornal se declarar de esquerda o discurso dele em relação às minorias, muçulmanos são minoria na França, é muito alinhado com a forma que a direita usa para atacar seus inimigos. Então eu digo que: se isso é ser de esquerda então esquece!
A esquerda pelo que entendo e acredito deve existir para defender o ser humano de forças maiores do que as do indivíduos. E atacar os muçulmanos dessa forma é tão cretino quanto atacar terreiros de candomblé no Brasil.

De qualquer forma esse incidente é uma tragédia, enquanto escrevo um sequestro se desenrola em uma mercearia kosher em Paris e o que posso dizer é que não será atirando ou oprimindo uma minoria  que essa violência terá fim. 

Um outro texto sobre o assunto aqui.


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quarta-feira, setembro 04, 2013

Honestidade em São Paulo

Sim. Ainda existem pessoas boas neste mundo. Não que precisemos de heróis, na verdade não gosto e nem quero heróis. Tenho medo deles, daqueles que estão por detrás deles e daqueles que acreditam neles. Eu quero é gente comum. Eu quero é gente de bem. Que nem a Maria. 
Sacanagem! Com esse nome parece até personagem de ficção, mas não é. a Maria existe e trabalha em São Paulo. O que ela fez de extraordinário pra merecer a minha admiração? Ela foi bacana, foi honesta. Que nem os heróis que a gente sonha encontrar. No meio da selva de concreto, também conhecida como São Paulo, ela encontrou o celular de alguém. Entrou no face da proprietária do aparelho e postou a seguinte mensagem:
"Achei o celular do dono desse face por favor quem conhecer a pessoa peça para ela procurar a Maria segurança do Memorial da América Latina. Obrigada"
Existe esperança pra São Paulo, pro Brasil e talvez até pra raça humana. Obrigado Maria.


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