terça-feira, julho 19, 2011

No trabalho Nº 13. Conversa de homem.

Os rapazes retornam do almoço. Antes das portas do elevador se fecharem vêem passar uma moça pelo corredor.
Rapaz 01 – Como pode deixar de chupar uma coisa daquela pra cair de boca num “tarugo”?
Rapaz 02 – O que seria do amarelo se todos gostassem do azul? É uma questão de gosto.
Rapaz 01 – Mas é um gosto tão estranho!
Silêncio...
Rapaz 03 – Se você já experimentou, não vou ser eu a dizer o contrário.

Gostou do texto? Cadastre-se ali no topo à esquerda e receba posts no seu email. É grátis!

quinta-feira, julho 14, 2011

São Miguel do Oeste

Depois de muitos anos sem pisar em São Miguel do Oeste, estive nessa cidade por quatro dias em junho para passear e rever os parentes do lado materno. A cidade é onde a minha mãe nasceu. Atualmente, vivem nesse município não tão pequeno a minha avó, que completou 94 anos de idade recentemente, a minha tia e seu filho e o meu tio e sua esposa. Enfim, são cinco parentes morando no oeste catarinense.

Na infância e adolescência, viajava com a família para São Miguel do Oeste durante as férias escolares. Gostava de ir quando era criança. Havia crianças para brincar, livros para ler na casa da minha tia, rio para pescar peixes e mato para se aventurar. Foi na estante de livros da casa da minha tia que tive o primeiro contato com a história de “Pollyanna”, de Eleanor H. Porter. Até hoje o considero como um dos meus livros prediletos.

Eu me lembro de uma brincadeira que curtia muito no jardim ou no mato. Pegar barro na mão para colar nos troncos das árvores ou formar um objeto como um prato cheio de brigadeiros. Na adolescência, não escapei do comportamento de ser uma “aborrecente”. Não queria ficar por muitos dias em São Miguel do Oeste.

Eu sempre gostei de morar em cidade grande. São Miguel do Oeste sempre foi uma região minúscula para mim, mas hoje já não é tão pequena. Ela tem o seu encanto como o sossego de andar pelas ruas largas e tranquilas. Enquanto caminhava, constatei que o respeito aos pedestres ainda existe nesse município.

A cidade possui muitos morros. Do alto, há uma visão deslumbrante da cidade, principalmente da edificação enorme com estilo futurístico da Igreja Matriz São Miguel Arcanjo. Na área da catedral, tem uma réplica da primeira igreja da região feita de madeira em tamanho reduzido.

Ao lado da catedral, está a Praça Walmir Bottaro Daniel, o lugar que mais gosto de ir. Além de andar pelos seus arredores, eu me diverti bastante em ver os meus três sobrinhos brincando no parquinho, observando o chafariz e explorando cada pedaço do lugar. Na praça existe também a bela Estátua do Desbravador, feira de ferro em homenagem a força de vontade do povo que desbravou a região antes coberta de mata fechada. A praça também serve de palco para as comemorações e festas do município.

Não pude fotografar mais e melhor a beleza da cidade por causa da forte neblina. No retorno para Joinville, tivemos um grande susto, porque o carro onde eu estava estragou. Graças a Deus, tudo se resolveu bem!

Lu Vieira

Gostou do texto? Cadastre-se ali no topo à esquerda e receba posts no seu email. É grátis!

quinta-feira, julho 07, 2011

Paralinguagem

Então o que posso dizer é que a faculdade de cinema começou a frutificar. Eis o meu primeiro curta metragem. Feito para participar do Festival Nacional de Curtíssima Metragem Claro Curtas. A obra só foi possível graças ao comprometimento de todos os envolvidos que abriram mão dos seus tempos, compromissos e honorários para que o filme fosse concretizado. Um agradecimento especial a minha professora Clélia Mello, ao colega de classe Jefferson Moreira, a minha esposa e a minha filha que foram convocadas de última hora pra participar das filmagens.
Apesar do trabalho de produção ter durado uma semana a gravação foi executada toda numa tarde de sábado.
Quem preferir assistir o filme no Vimeo pode assistir em Paralinguagem on vimeo.
Peço a todos que gostarem que ajudem a divulgar o filme.



Pessoal não deixem de conferir o post, clique aqui, da Cláudia sobre o filme. É a metalinguagem da metalinguagem. Isso já está rendendo muito!


Gostou do texto? Cadastre-se ali no topo à esquerda e receba posts no seu email. É grátis!