sexta-feira, setembro 10, 2010

Runing in the top of trees

Sunday, 25/07/10, was the day of the run into trees. Waking up early, put family into the car and get a foot on the road. Like ever the output delay, but nothing more than a stepped on the accelerator was not able to circumvent. In the municipality of Gaspar (Blumenau backyard) a few minutes to get to the SESI, I discover that my path is blocked because of a marathon. Being that was the only way I knew the despair was taking over me as I ran by SC-470 treading a path totally new and unknown. I crossed the city of Blumenau until I could get to the sports complex of SESI. Luckily the others runners had the same disorder that I do.

Thereafter wearing safety equipment, harness, helmet, gloves we go for the trailhead where the monitors SESI pass the relevant guidelines, always focusing on and emphasizing the principles of safety. The beautiful forest, cut by a stream and a sunny day created the perfect background for the sport. Soon we were climbing one by one into the trees and defying the fear of heights and lack of balance. We went through three circuits that have provided us with fear, beauty, challenge, falls and laughs. In each circuit was three monitors. The first was responsible for connecting to a single lifeline. The second was our transition of the lifeline for the zip line. The third was down in the ground waiting to greet us at the end of the Tyrolean.

Once you cross the the trail arborismo came lunch time and then rappell in the tower lighting of the soccer field. The height was 30 meters, I'm pretty sure it must have been a little more. New guidelines were passed security and I went in search of a new experience. A monitor stayed next to the stairs teaching, connect to the cables hangs after disconnecting them and drops him to the next colleague who would carry out the climb. In the top another monitor taught how to use the brake and what we should do to get off. The third monitor was down doing the safety of the rappel down.

Despite the height and never before made a descent, those first one not so lousy I felt cold in the stomach. The problem was to move my body thru platform to start. The descent else was quiet. Gave it to look down, around, make some leaps and also I have learned that you can not dreaming in the rope. In a great leap in the fall I felt the heat of friction. Nothing to hurt me or put in danger, but certainly important to remind me where I was and how much concentration I should devote to the subject.

And even after all the new experiences and adventures the best part was knowing that during my journey in the woods, my daughter had the following conversation with his mother:

Daughter - Mom, Dad went into the forest Mom! C'mon. Let's find my father. I had a father so good. Let's go save father. I loved so much this father.

After that the two got in the forest, follow by a trail and climbed a very high hill. From the top, could see the whole gym SESI and the tower that I climbed so high it was. Not content to have gone up the trail and down the slope before lunch, made a point that she wanted would accompany them in a replay right after the rappel. Result, when I reached the top my tongue looked like a tie and my daughter was so fresh and jumping like a goat.

To sum it all: it was a wonderful day that was with a taste for more.

Lua lânguida

Deixa essa lua, que no céu prateia,
Banhar-te inteira do mais fino lume;
Que acenda a chama da viril candeia
E traga ao corpo um infinito ardume.

Deixa essa lua, reluzente e cheia,
Evaporar o teu sutil perfume
E que teu anjo, que no céu passeia,
Venha acordar-te feito um vaga-lume.

Deixa essa lua, assim tão fluorescente,
Iluminar o mar que manso espalma
Na areia da tua vida transparente.

Deixa essa lua, que flutua calma,
Trazer a inspiração pro teu amante,
Levar a solidão dessa tua alma...

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quarta-feira, setembro 08, 2010

Curitiba - Parte II


Aqui continuo o relato do meu passeio em Curitiba. No último post, terminei dizendo sobre o ônibus de turismo que embarquei.

Então, falo um pouco mais dele. O transporte coletivo possui dois andares, sendo que o de cima não tem cobertura. Muito bom curtir o vento batendo na minha cara e ter a sensação de quase tocar nas placas de localização e nos fios de eletricidade. Aliás, a cidade está de parabéns por possuir bastantes placas com bom visual. Isso me ajudou a não ficar perdida.

Dentro do ônibus, uma voz feminina gravada dizia o que se tratava a cada aproximação de um lugar turístico. Além da língua portuguesa, a gravação vinha em espanhol e inglês. Na ausência da fala, escutamos música instrumental. Gostei de me sentir informada e relaxada!

Quando a voz anunciou “Jardim Botânico”, eu me preparei para descer do coletivo. Meus olhos brilharam e fiquei em êxtase diante do magnífico Jardim Botânico. Logo na entrada, há estacionamento e uma casa com lanchonete e loja de lembranças da cidade. Caminhando mais adiante, me deparei com um portal com quatro arcos. Parecia que estava entrando para o céu. E fui mesmo. Árvores, flores e pássaros deram as boas vindas.

Uma das coisas que gosto de apreciar são as estátuas homenageando alguém. No Jardim Botânico encontrei duas. A que mais despertou o meu interesse foi a de uma mulher segurando um bebê, escultura em bronze de João Zaco Paraná, denominada “Amor Materno”, uma homenagem da comunidade polonesa às mães paranaenses.

Atrás da estufa, de estrutura metálica e que abriga espécies botânicas, está a Galeria Frans Krajcberg com exposição permanente do resto das queimadas da floresta transformado em obras de arte. O homem destrói a mata e o outro chamado Frans Krajcberg, vendo o desperdício, aproveita para dar tratamento artístico e gritar contra o desmatamento. Tal arte é uma forma de chamar a atenção de que a natureza ficaria muito mais bonita se não fosse destruída. Um alerta para cuidarmos da natureza.

Dentro do Jardim Botânico, há o Jardim das Sensações. A proposta é cheirar o aroma de cada planta e tocar nela sentindo o seu tamanho, formato e textura. O monitor perguntou se eu queria usar o tapa-olho para o passeio ficar mais interessante. Agradeci dizendo que desejo ver as cores e saber o nome das espécies. Logo eu que sou uma pessoa analfabeta de plantas. Uma oportunidade para aprender. Alegrim, orégano, salsinha, hortelã... Muitas delas só conhecia em pacotes de tempero ou de chá.

Ainda tinha um museu, mas não entrei para visitá-lo. Já estava quase duas horas explorando o lugar e desejava ver outros pontos turísticos. O ideal para conhecer mais e melhor é ficar o dia inteiro no Jardim Botânico. Não falta espaço de descanso que são as inúmeras árvores, há banheiro e lugar para se alimentar. Vi até pessoas estudando e ensaiando passos de dança!

Assim, me dirigi ao ponto de ônibus da linha de turismo. Opa, conto mais uma coisa interessante. Existem dois abrigos de transporte coletivo. Um destinado aos bairros da cidade e o outro especialmente para o ônibus que eu estava utilizando. Julguei ser uma gentileza e isso que é pensar no bem-estar dos turistas. No abrigo havia até os horários do ônibus que passavam por ali!

Antes de chegar ao abrigo, notei duas turmas de crianças com suas professoras chegando ao Jardim Botânico. Que jóia! Os pequenos devem ter aprendido uma boa lição naquele dia. Um pouco mais adiante vi um grupo de pessoas com uniforme azul. Não eram crianças. Adultas, talvez alguns sendo adolescentes. Pessoas muito especiais. Algumas com deficiência física e outras, mental, como as que têm Síndrome de Down. São alunas da APAE. Quando já estava no abrigo, continuei a observá-las. O grupo foi aumentado com a chegada de mais ônibus. Eu me emocionei e chorei. Elas também estavam tendo a oportunidade de ter um passeio maravilhoso. Quatro ônibus, de cor azul e com flores, passaram por vez para não congestionar o trânsito do local. Creio que já tinha passado mais ônibus antes de eu perceber. Por fim, agradeci por tantas coisas a Deus.

Chegou o meu transporte e parti rumo à Universidade Livre do Meio Ambiente que conto no próximo post.

Lu Vieira

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