segunda-feira, novembro 22, 2010

Animais fascinantes

No dia 7 de novembro, estive pela primeira vez no Parque do Iguaçu e Zoológico de Curitiba. O lugar é imenso e me agradou bastante ver muita gente, principalmente crianças, fazendo a mesma coisa que eu: apreciar a natureza e se encantar com os animais. Faltou tempo para visitar todo o parque. Estes são os animais que mais me deixaram fascinada:

O leão e sua postura imponente. Esperei pelo seu rugido que não aconteceu. Queria sentir medo dele... Tive vontade de acariciar a sua juba...



Os ursos de óculos na preguiça. Logo mostrei para eles que também uso óculos. Infelizmente, eles estão em extinção. Vamos reverter a sua situação! Ah, como eu queria ganhar um abraço de urso!












A deslumbrante harpia em seu silêncio. Também é uma criatura ameaçada de extinção. Por favor, não acabem com esta linda e grandiosa ave! Como gostaria de voar com ela!


Lu Vieira


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quinta-feira, novembro 18, 2010

Fomos pra Punta que os...

Dia 10/11 já estavamos acomodados no Hotel de Puerto Las Palmas uma casa do início do século XX que em 1980 foi transformada num hotel familiar. O local era tranquilo, arborizado, perto do mar e do comércio também.

A princípio Punta del Este é um sonho só. Lembra muito as praias ricas de Florianópolis só que La Barra parece mais rica que Jurerê, além de mansões, bares e danceterias notei  muitas galerias de arte nesse bairro. Parece que não basta ser rico há de se possuir obras de arte em casa também.
 
As ruas de Punta são limpas e o asfalto é impecável. A sinalização é boa, as pessoas passam informações corretas e perder-se na cidade é uma tarefa difícil. Na Rua 20 há muito comércio de marcas famosas, porém isso pouco despertou meu interesse. No quesito compras o que me alegrou foi encontrar uma livraria em meio a tantas lojas de roupas e perfumes. Cheia de livros, na varanda, nas estantes, no chão, encontrei dois volumes que eu sempre quis, mas nunca tive coragem de comprar. Duna de Frank Herbert e a trilogia Fundação de Isaac Asimov. Os dois saíram por R$ 80,00. Os livros estão em espanhol, mas isso é o de menos. As meninas se divertiram comprando boinas, perfumes, roupas e olhando vitrines.

Foi em Punta del Este que tivemos nosso primeiro contato com Artigas e suas estátuas. No decorrer da viagem encontramos várias outras, tanto que não resistimos a curiosidade e fomos pesquisar e descobrimos que ele é um herói nacional do Uruguai. Já que o assunto é estátuas vamos falar sobre elas. A cidade é recheada de bustos, estátuas e esculturas. A mais famosa de todas é La Mano obra de Mário Irarrazabal. Uma espécie de ponto de parada obrigatória para quem visita Punta. Mas há muitas outras. Uma que me chamou a atenção foi "O rapto de Europa". Linda estátua numa esquina à beira-mar. Também me levou a uma pesquisa para saber a história daquele touro e a bela donzela.
Uma das coisas que me confundiu muito foi o dinheiro. Usam por lá o real, o dólar e o peso uruguaio. Nas vitrines nunca conseguia identificar o preço das coisas na primeira tentativa. Mas depois de um tempo a gente se acostuma.

Apesar de Punta del Este ser conhecida por suas praias e seus cassinos essas foram as atrações que menos desfrutamos. Nos cassinos não pusemos os pés e o mais próximo que chegamos da praia foi a visita a La Mano e as caminhadas pela orla maritima na região do iate clube. Apesar do sol os 13ºC não nos incentivavam aos banhos de mar.
Pode se falar muito sobre a cidade, sua limpeza e a educação das pessoas, mas o melhor que posso fazer é compartilhar algumas imagens e deixar as dicas para que vocês possam conferir o que eu digo.

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domingo, novembro 14, 2010

A caminho do fim do Brasil

Saímos de Pelotas, 09/11, pelo caminho errado o que fez que o nosso caminho fosse alterado para o Chuí. O que foi uma surpresa agradável. Em contraste com o dia anterior a temperatura despencou rapidamente, acompanhada de vento forte e chuva. A paisagem plana e infinita misturava-se com o horizonte cinzento. Tudo ao nosso redor tinha um aspecto melancólico e solitário.
Chovia quando entramos na Estação Ecológica do Taim. Nem o vento, nem a chuva conseguem diminuir a beleza daquele local. A estrada cruza a  reserva como Moisés cruzou o mar vermelho. Água dos dois lados muito além do a vista alcança. Gado, aves e vegetação enchem os olhos. Duas coisas que me chamaram a atenção na reserva; cactos vivendo em meio a toda aquela água e a quantidade de animais mortos à beira da estrada, mesmo com a velocidade limitada a 60 Km/h ainda assim ocorrem muitos atropelamentos. Entretanto não há como ignorar a extensão das retas, a estrada começa e não termina mais. Apenas uma faixa negra correndo direto até o infinito. Dá pra contar nos dedos as curvas do caminho. Pretendo retornar por esta rota pra curtir um pouco mais do Chuí.

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