terça-feira, março 03, 2015

Um domingo de céu azul

Autor L.S. Alves
Um domingo de céu azul
E a vida é assim, tem dessas coisas simples que são cheias de sabor e de uma riqueza que não se mede em dinheiro, mas sim em satisfação. O meu domingo foi assim, desse jeito. Belo como a vida deveria ser. Saímos para o pesque-pague na esperança de saciar nossos instintos de predadores carnívoros e sanguinários. Para a alegria dos politicamente corretos o mar não estava pra peixe. Enquanto minha esposa lançava o anzol ao lago eu preferi curtir a brisa amena e ficar ao seu lado deitado saboreando o céu.
Estava uma delícia ficar deitado sobre a grama verde e fofa em frente a um lago. Sentindo a brisa da tarde a nos refrescar. No céu o azul só era maculado por nuvens brancas. Algumas mais suaves surgiam como véus largados ao vento, não resisti e bati essa foto ai ao lado com o celular.
Dos peixes, nem sinal tivemos, mas não faz mal. Nossos instintos sanguinários, saciamos com um churrasco no quintal.

E vocês algum prazer simples a declarar?


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segunda-feira, março 02, 2015

Sonhos Nº 17. Cinema no almoço

Autor L.S. Alves
Bacalhau com batata
Sonhei que estava em um restaurante no sul da ilha, ali pros lados do Pântano do Sul. depois de almoçar peguei a comida que sobrou e fui pagar a conta. No meu prato ainda tinha aproximadamente um meio quilo de de alimento.  E a conta ficou em torno de uns quarenta e cinco reais. Pedi pra embrulhar as sobras pra viagem e paguei a conta bem assustado com o total. Quando recebi o troco me surpreendi com pequenos rolos de celulóide 35mm já revelados que vieram junto com o dinheiro. olhei-os contra a luz, mas não fui capaz de entender que eram aquelas imagens. O caixa me disse que eram os fotogramas do meu prato de comida. Perguntei o que eu iria fazer com aquilo. Ele me olhou com cara de enfado e disse que eu poderia montá-los da forma que eu quisesse. Fui embora com os fotogramas na mão.


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domingo, março 01, 2015

Janela de ônibus

Autor L.S. Alves
Muro da Eletrosul Palhoça visto de dentro do ônibus
Há muito tempo que não andava de ônibus. Não por ser elitista ou metido a besta, mas só pelo bizarro fato de que em minha cidade é mais barato e mais rápido andar de carro do que usar o transporte público. De qualquer forma creio que não devo reclamar muito. Não peguei nenhuma superlotação, o veículo não quebrou no trajeto e nem peguei nenhum engarrafamento. Tirando aquele momento na volta pra casa em que senti um cheiro acre de axila suada, foi tudo tranquilo. Mas que em defesa da pessoa diga-se que estamos no verão, era final do dia, a pessoa devia estar voltando direto do trabalho.
Mas nem tudo é pesar no transporte público. Na volta pra casa fiz esse registro do muro da Eletrosul através da janela suja do busão. Eu gostei, espero que vocês gostem também.

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