quarta-feira, março 26, 2014

Lagartos em São José

Sim eu continuo andando armado por aí. Com certeza continuo uma ameaça aos olhos de quem entende de fotografia, mas não creio que eu vá parar de capturar imagens assim tão cedo. De forma que ou eu aprendo a fotografar bem ou inundarei a internet com fotos ruins provenientes do meu samsung GT-B3210. E depois que eu li este texto estou me esforçando pra arrancar cada vez mais do equipamento que tenho à mão na hora que a vontade surge.
Pra hoje temos mais um registro de arte urbana que encontrei pela cidade. No momento sinto surgir uma necessidade de reservar um dia só pra sair a caça desses elementos da paisagem urbana. Veremos o que o futuro e a prática trarão para esta tela.

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Pais e filhos Nº 07.

Mãe - Então filha como foi a escola.

Filha - Foi bom mãe. A fulana não foi.

Mãe - Por que?

Filha - Ela ficou doente. E eu gostei, por que ela pega as minhas bonecas e não me devolve!

Mãe - ...

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segunda-feira, março 10, 2014

E o carnaval já passou

E o carnaval passou e a quarta feira de cinzas ficou pra trás. Quaresma é tempo de reflexão. Então talvez seja o tempo certo pra eu pensar na vida e nas coisas que nos dão prazer. Não sou do tipo chato que vive por aí a maldizer o carnaval, aliás acho que quem não gosta de carnaval é empresário, porque o povo mesmo gosta é de curtir a vida. Quem é de dança, samba, quem não é, viaja. O importante é ter opções para todos os gostos. Entre as opções oferecidas eu acolhi uma matinê de carnaval pra levar a minha filha que há muitos anos vem me pedindo por essa oportunidade, porém nunca teve chance de participar. Então numa terça-feira chuvosa lá fomos nós. Ao chegarmos ela encontrou uma amiguinha da escola e as duas começaram a correr pelo salão. Achei uma mesa ali ao lado e fiquei observando as famílias se divertirem e se tem algo que posso afirmar com certeza é que é lindo ver como pais, mães, avós e crianças conseguem se divertir com tão pouco. Uma música, confetes, serpentinas e pronto está feita a diversão. A fantasia, ah, isso é opcional. O que vale mesmo é a vontade de se divertir, pulando e dançando, mesmo sem saber dançar. E foi isso que fizemos. Pelo menos por duas horas seguidas que foi o tempo que duraram as energias da minha filha. Depois disso foi voltar pra casa com um sorriso de orelha a orelha e a certeza de ter cumprido o meu dever de pai.


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