quinta-feira, julho 03, 2008

7 coisas que aprendi sobre relacionamento

Bem na verdade não são sete coisas que eu aprendi. Umas eu aprendi, outras estou estudando e há aquelas que estou descobrindo agora, entretanto gosto do modo como esse texto trata os relacionamentos de uma maneira que eu considero madura e principakmente saudável. Encontrei isso no blog Se eu sei? Claro que não! da Garota Enxaqueca. Gostei muito do que li e pedi pra ela liberar a reprodução por aqui. Dessa forma muito obrigado enxaqueca. Espero que o texto seja útil à vocês.



1) Sempre acho que namoro, casamento, romance tem começo, meio e fim. Como tudo na vida. Detesto quando escuto aquela conversa: 'Ah, terminei o namoro...' 'Nossa, quanto tempo?' 'Cinco anos...Mas não deu certo...acabou' 'É não deu...' Claro que deu! Deu certo durante cinco anos, só que acabou. E o bom da vida, é que você pode ter vários amores.

2) Hoje , no alto dos meus 33 anos e tiozão, não acredito muito que os 'opostos se atraem'. Porque sempre uma parte vai ceder muito e se adaptar demais. E sempre esta é a parte mais insatisfeita. Acredito mais em quem tem interesses em comum. Se você adora dançar forró, melhor namorar quem também gosta, se você gosta de cultura italiana, melhor alguém que também goste. Freqüentar lugares que você gosta ajuda a encontrar pessoas com interesses parecidos com os teus. A extrovertida e o caretão anti social é complicado e depois, entra naquela questão de um querer mudar o outro, ui... Pessoas mudam quando querem. E porque querem. E pronto. E demora!

3) Cama é essencial! Aliás pele é fundamental. E tem gente que é mais sexual, outras que são mais tranqüilas. O garanhão insaciável e donzela sensível, acho meio estranho. Isto causa muitas frustrações e dá-lhe livros de auto ajuda sobre sexo. Assim como outras coisas, cada um tem um perfil sexual. Cheiro, fantasias, beijo, manias, quanto mais sintonia, melhor.

4) Não acredito em pessoas que se complementam. Acredito em pessoas que se somam. Às vezes você não consegue nem dar cem por cento de você para você mesmo, como cobrar cem por cento do outro? E não temos esta coisa completa. As vezes ele é fiel, mas não é bom de cama. As vezes ele é carinhoso, mas não é fiel. As vezes ele é atencioso, mas não é trabalhador. As vezes ele é malhado, mas não é sensível. Tudo nós não temos. Perceba qual o aspecto que é mais importante e invista nele.

5) Pele é um bicho traiçoeiro. Quando você tem pele com alguém, pode ser o papai com mamãe mais básico que é uma delícia. E as vezes você tem aquele sexo acrobata, mas que não te impressiona... Acho que o beijo é importante...e se o beijo bate...se joga...se não bate...mais um Martini, por favor...e vá dar uma volta.

6) Se ele ou ela não te quer mais, não force a barra. O outro tem o direito de não te querer. Não lute, não ligue, não dê pití. Se a pessoa tá com dúvida, problema dela, cabe a você esperar ou não. Existe gente que precisa da ausência para querer a presença. O ser humano não é absoluto. Ele titubeia, tem dúvidas e medos. Mas se a pessoa REALMENTE gostar, ela volta. Nada de drama. Que graça tem alguém do seu lado sob chantagem, gravidez, dinheiro, pressão de família? O legal é alguém que está com você e por você. E vice versa. Não fique com alguém por dó também. Ou por medo da solidão. Nascemos sós. Morremos sós. Nosso pensamento é nosso, não é compartilhado. E quando você acorda, a primeira impressão é sempre sua, seu olhar, seu pensamento. Tem gente que pula de um romance para o outro. Que medo é este de se ver só, na sua própria companhia?

7) Gostar dói. Você muitas vezes vai ter raiva, ciúmes, ódio, frustração. Faz parte. Você namora um outro ser, um outro mundo e um outro universo. E nem sempre as coisas saem como você quer... A pior coisa é gente que tem medo de se envolver. Se alguém vier com este papo, corra, afinal, você não é terapeuta. Se não quer se envolver, namore uma planta. É mais previsível. Na vida e no amor, não temos garantias. E nem todo sexo bom é para namorar. Nem toda pessoa que te convida para sair é para casar. Nem todo beijo é para romancear. Nem todo sexo bom é para descartar. Ou se apaixonar. Ou se culpar. Enfim... quem disse que ser adulto é fácil?

terça-feira, julho 01, 2008

Dreams. Nº 04


Today I dreamt that traveled to the Amazon to rescue a girl. My father was beside me. We are in a house of wood, standing in the kitchen and the girl runs all the house. She has dark and curled hair. It looks happy and healthy. Like all children in my dreams it looks a lot like my daughter, but it is not my daughter.
We left the child and get out the house. Passing about divider and get into a field cultivated with flowers small and simple. They are tones of beige and brown. The lighting and the landscape remind one picture. In fact I feel as if it was included within a painting. The flowers are spread in all directions. Along the road we see some houses here and there, but nothing much near.
I do not know why suddenly we come to the conclusion that place was Venezuela.
We continue walking until we find an old woman, thin, wrinkled, dress, apron and scarf in the head. She is along the road and shouted something to us. In that time comes the sound of a truck that blocks any attempt at dialogue. When the vehicle was gone although I can hear what she says:
-- Where is the Church?
Simply I lead my arm and show her the right direction and then I wake up.

Sonhos. Nº 07

Hoje sonhei que viajava até a Amazônia para regatar/buscar uma menina. Meu pai estava ao meu lado. Estamos numa casa de madeira, em pé na cozinha e a menina corre por toda a casa. Ela tem cabelos escuros e cacheados. Apresenta-se alegre e saudável. Como todas as crianças em meus sonhos ela se parece muito com a minha filha, mas ela não é minha filha.
Deixamos a criança e saímos da casa pra caminhar pelo quintal. Cruzamos a cerca e chegamos a um campo cultivado com flores pequenas e simples. Elas são de uma coloração de tons bege e marrom. A iluminação e a própria paisagem lembra uma pintura de calendário. De fato sinto como se tivesse sido incluído dentro de uma pintura. As flores se espalham em todas as direções. Espalhadas ao longo da estrada vemos algumas casas aqui e ali, entretanto nada muito aglomerado.
Não sei por que de repente chegamos à conclusão de que aquele lugar era a Venezuela.
Continuamos caminhando até encontrarmos uma velha, magra, enrugada, de vestido, avental e lenço na cabeça. Ela está à beira da estrada e grita algo para nós. Nesse momento surge o som de um caminhão que obstrui qualquer tentativa de diálogo. Quando o veículo vai embora posso ouvir o que ela diz:
- ¿Dónde es la Iglesia?
Simplesmente aponto meu braço na direção correta e acordo.